segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Taj Mahal


O Taj Mahal é um monumento considerado uma das 7 maravilhas do mundo e a sua história é uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser.
Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza.
Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Consta que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimónia do casamento teve lugar no ano de 1612, na qual o imperador a rebatizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente infeliz e inconsolável e toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Neste período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído, em sua homenagem, um monumento que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquiteto, mas reuniram-se as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, jade e cristal da China, turquesa do Tibet, lapis lazulis do Afeganistão, ágatas do Yemen, safiras do Ceilão, ametistas da Pérsia, corais da Arábia Saudita, quartzo dos Himalaias, âmbar do Oceano Índico.
Surge assim o Taj Mahal, cujo nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal, o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj" é de origem persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar.
O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Reflorestamento na China

A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima, tem índice de desmatamento zero.

Tanto a China como a Índia têm programas para reflorestar e “reverdejar” áreas que foram destruídas pela remoção da mata nativa, embora o da China seja muito maior.  A Grande Muralha Verde da China tem como objetivo deter o avanço dos desertos por meio do plantio de uma assombrosa quantidade de árvores.
Na Província de Shaanxi, o programa converteu 571 mil hectares de terras agrícolas e 427 mil hectares de terras improdutivas em florestas ou gramados entre 1999 e 2002, de acordo com estudo.  Outros 280 mil hectares de terras agrícolas e a mesma extensão em terras não cultivadas foram reflorestados em 2003.  O Banco Mundial chamou atenção para o programa, dizendo que a China é um dos poucos países da Terra que está ampliando sua cobertura florestal.
Ao criar a maior floresta formada pelo homem no mundo, a China diz que já teve êxito em cobrir 20% do país com florestas.  Seu objetivo é ter 42% até 2050.  Parece até que a maior arma da China – e a menos reconhecida internacionalmente – contra a mudança climática é o plantio de árvores.
Os cidadãos de modo geral plantaram cerca de 56 bilhões de árvores por toda a China na última década, de acordo com estatísticas governamentais citadas pelo jornal “The Guardian”.  Somente em 2009, a China plantou 5,88 milhões de hectares de floresta.  A China planta duas vezes e meia mais árvores a cada ano do que o restante do mundo inteiro somado, é “o maior programa de plantio de árvores já visto no mundo”.
Apesar do êxito, críticos questionam a Grande Muralha Verde porque possui também desvantagens ambientais, tais como sua pobre biodiversidade e o intensivo uso de água.  Alguns estudos chegam a mostrar que a criação de novas florestas não é um modo eficaz de absorver carbono ou mitigar mudanças climáticas.
Embora grandes projetos nacionais como o da Grande Muralha Verde funcionem também como ferramentas de propaganda para o governo chinês, os resultados diferem em nível local, como explica um artigo publicado sobre reflorestamento no sudoeste da China. O programa se deparou com problemas entre os camponeses que se rebelam quando as novas árvores não produzem renda na mesma proporção das lavouras perdidas e, em alguns lugares, o plantio simplesmente não decola por causa de projetos ruins de reflorestamento ou outras questões.  Apesar disso, no geral, a iniciativa é um exemplo impressionante do que um governo pode fazer desde que esteja motivado.
O Kubuqi é o sétimo maior deserto da China e está localizado na Região da Mongólia Interior. Nas últimas três décadas, um quarto dele já foi reflorestado.
Investindo em reflorestamento, os chineses agem de forma pragmática. Pagar fazendeiros = mais árvores. Mais árvores = mais água no rio. Mais água = mais energia elétrica barata (ainda mais no país que inaugura duas usinas a carvão por semana para dar conta de crescer como cresce). Mais energia barata, mais produção para a economia – e dinheiro para pagar os reflorestadores.
O final dessa equação é surreal para os padrões brasileiros. A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima, tem índice de desmatamento zero. Abaixo de zero, até: eles plantam mais árvores do que derrubam.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Aurora Boreal


Aurora boreal é um fenômeno que ocorre nas regiões polares do norte do planeta Terra, além de outros, como Júpiter, Saturno e Marte. A aurora boreal pode ser vista durante a noite ou no final da tarde, a olho nu. Suas luzes coloridas e brilhantes, geralmente são avermelhadas e esverdeadas.
A aurora boreal tem forma de arcos homogêneos junto ao horizonte. Também tem a forma de uma coroa brilhante, formada no zênite magnético, onde parecem convergir todos os raios e luz difusa. A altura da aurora boreal oscila entre os 100-120 km, embora nas regiões ainda iluminadas pelo sol possam aparecer abaixo dos 80 km ou acima de 1000 km.
A intensidade luminosa das auroras é muito variável, irregular e pulsante. A cor é muitas vezes esverdeada porque corresponde ao espectro de oxigênio. Ela ocorre devido ao contato dos ventos solares com o campo magnético do planeta.
O termo “Aurora boreal” foi criado por Galileu Galilei, no ano de 1619, por causa de uma deusa romana do amanhecer, chamada de Aurora, e de seu filho, chamado Bóreas.
Esse fenômeno ocorre geralmente nos meses de setembro a outubro, e de março a abril, épocas de maior atividade das manchas solares. No hemisfério sul, a aurora boreal é conhecida como aurora austral. Pode, também, ser reproduzida artificialmente, por exemplo, através de explosões nucleares ou em laboratório.
No nosso planeta é possível ver esse fenômeno na Noruega, Suécia, Finlândia, Islândia, Alasca, Canadá, Groenlândia, Escócia, Rússia, etc.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Cristo Redentor


O Cristo Redentor é uma estátua Art Déco de Jesus Cristo no Rio de Janeiro, Brasil, criada pelo escultor francês Paul Landowski e construída pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa, em colaboração com o engenheiro francês Albert Caquot.
O escultor romeno Gheorghe Leonida formou o rosto. A estátua é de 30 metros de altura, excluindo o seu pedestal de 8 metros e os braços esticados com 28 metros de largura.
A estátua pesa 635 toneladas e está localizada no pico do Corcovado, montanha de 700 metros de altura, no Parque Nacional da Floresta da Tijuca, com vista para a cidade do Rio. É feito de concreto armado e pedra sabão, e foi construído entre 1922 e 1931.
O trabalho de manutenção é realizado periodicamente devido aos fortes ventos e à erosão a que a estátua está exposta, bem como incidência de relâmpagos.
Um raio atingiu a estátua durante uma tempestade violenta em 10 de fevereiro de 2008, causando danos aos dedos, cabeça e sobrancelhas. Em 2010, uma enorme restauração da estátua foi realizada. O trabalho incluiu a limpeza, substituição da argamassa e pedra-sabão no exterior, restauração do ferro na estrutura interna e a impermeabilização do monumento.
Um outro raio, em 17 de janeiro de 2014, danificou novamente, desalojando um dedo na mão direita.
Um símbolo do cristianismo em todo o mundo, a estátua também se tornou um ícone cultural do Rio de Janeiro e do Brasil.
Está listada como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo.
S.H. Holland. Cristo Redentor em construção, c. 1931.
Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Tapete Persa

Os tapetes persas são a prova viva da interação entre História, Arte e Matemática.
Surgiram no Irã em 500 a.C e a principal finalidade dessa peça era a de proteger as pessoas do frio.
A principal matéria prima dos tapetes da época eram a lã e o algodão, raramente a seda, que além de ser menos durável era acessível apenas as pessoas com maior poder aquisitivo, que costumavam ostentar suas peças nas paredes das suas casas ou tendas.
Os arqueólogos quase nunca conseguem descobrir alguma evidência de tapetes em escavações arqueológicas pois esses materiais usados antigamente na tecelagem – seda, algodão e lã – eram de fácil decomposição e o que restou dos tempos antigos como evidência são apenas alguns pedaços desgastados, o que não ajuda muito no reconhecimento das características de tapetes anteriores aos séculos XIII e XIV.
A arte de fazer tapetes sofreu várias mudanças em diferentes períodos da história e com o tempo, a produção de tapetes se tornou mecânica e os matérias sintéticos, mas os trabalhos feitos à mão ainda são muito procurados e extremamente valorizados e costumam ser uma arte passada de geração para geração e são copiados pela Industria. E justamente por se tratar de uma arte é que os tapetes feitos a mão são mais caros. Os tapetes persas são um bom exemplo disso.
O tapete persa é uma parte essencial da arte e cultura persas. Cada parte dele é tradicionalmente feita à mão por famílias inteiras até hoje,  a partir de matérias primas naturais e ao longo de muitos meses. Desde o fio de fibras até as cores é um árduo processo manual e minucioso, por isso são tão valorizados e incrivelmente lindos.
E o mais curioso é  como o luxo, a que se associam os tapetes persas, forma um surpreendente contraste com sua modesta origem entre as tribos nômades da Pérsia.
Hoje, muitos materiais tecnológicos são utilizados na confecção dos tapetes e os materiais tradicionais são reinventados em processos de produção industriais, mas uma coisa não temos a menor dúvida, os tapetes trazem um encanto especial em qualquer ambiente, carregados de história, são até hoje uma das peças mais indispensáveis em qualquer decoração.
O Tapete de Ardabil, ou Tapete de Ardebil é um dos dois famosos tapetes persas que fazem parte atualmente das coleções do Victoria and Albert Museum em Londres. Muito copiado por fábricas do mundo todo.
fonte: Wikipedia

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Madre Teresa de Calcutá


A Madre Teresa, conhecida na Igreja Católica como Santa Teresa de Calcutá (1910-1997) era uma freira e missionária católica romana albanês-indiana. Ela nasceu em Skopje (agora a capital da República da Macedônia). Depois de viver na Macedônia por dezoito anos, ela mudou-se para a Irlanda e depois para a Índia, onde ela viveu durante a maior parte de sua vida.
Em 1950, Teresa fundou os “Missionários da Caridade”, uma congregação religiosa católica romana que tinha mais de 4.500 irmãs e atuava em 133 países em 2012. A congregação gerencia: domicílios para pessoas que morrem de HIV / AIDS, lepra e tuberculose; cozinhas de sopa, dispensários e clínicas móveis; programas de aconselhamento infantil e familiar; orfanatos e escolas.
Os membros, que fazem votos de castidade, pobreza e obediência, também professam um quarto voto: dar "um serviço gratuito e sincero aos mais pobres dos pobres".
Teresa recebeu uma série de honras, incluindo o Prêmio Ramon Magsaysay da Paz de 1962 e o Prêmio Nobel da Paz de 1979. Ela foi canonizada (reconhecida pela igreja como um santo) em 4 de setembro de 2016, pelo Papa Francisco em missa no Vaticano, e o aniversário de sua morte (5 de setembro) é o dia da festa.
Uma figura controversa durante a vida e após a morte dela, Teresa foi admirada por muitos por seu trabalho de caridade. Ela foi elogiada e criticada por sua oposição ao aborto e criticou por condições precárias em suas casas para os moribundos. Sua biografia autorizada foi escrita por Navin Chawla e publicada em 1992, e ela tem sido objeto de filmes e outros livros.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Titanic


O Titanic foi um navio de passageiros,  britânico, que afundou no Oceano Atlântico Norte no início da manhã de 15 de abril de 1912, depois de colidir com um iceberg durante sua viagem inaugural de Southampton para Nova York. Dos 2224 passageiros e tripulantes a bordo, mais de 1.500 morreram, tornando-se um dos mais mortíferos desastres marítimos em tempo de paz comercial na história moderna. O navio foi construído pelo estaleiro Harland e Wolff em Belfast. Thomas Andrews, seu arquiteto, morreu no desastre.
Sob o comando de Edward Smith, o Titanic levou algumas das pessoas mais ricas do mundo, bem como centenas de emigrantes da Grã-Bretanha e da Irlanda, da Escandinávia e de outros países da Europa, buscando uma nova vida na América do Norte. Embora o Titanic tivesse recursos avançados de segurança, não havia botes salva-vidas suficientes para acomodar todos aqueles a bordo, devido a regulamentos de segurança marítima desatualizados. O Titanic só carregou botes salva-vidas suficientes para 1178 pessoas - um pouco mais da metade do número a bordo e um terço de sua capacidade total.
Em 14 de abril de 1912, após quatro dias e a 375 milhas (600 km) ao sul da Terra Nova, ele atingiu um iceberg às 11h40, horário do navio. Pouco menos de duas horas depois que Titanic afundou, o transportador Cunard RMS Carpathia chegou à cena, resgatando 705 sobreviventes estimados.
O naufrágio do Titanic, descoberto pela primeira vez mais de 70 anos após o afundamento, permanece no fundo do mar, dividido em dois e gradualmente se desintegrando a uma profundidade de 12.415 pés (3.784 m).
O Titanic tornou-se um dos navios mais famosos da história.
Sua memória é mantida viva por inúmeras obras de cultura popular, incluindo livros, canções folclóricas, filmes, exposições e memoriais.