segunda-feira, 25 de julho de 2011

VOCÊ JÁ ENCONTROU SHANGRILA?


A palavra SHANGRILA existe desde a mais remota antiguidade.
No mundo ocidental, a palavra Shangrilá é entendida como um paraiso terrestre onde o tempo parece deter-se.



Foi popularizada por James Hilton, escritor inglês, em 1925, com  a obra clássica LOST HORIZON, cuja história se passa em um vale, situado na Cordilheira do Himalaia, no Tibete, rodeado por montanhas de picos nevados com panoramas maravilhosos.
Nesse ambiente de felicidade e saúde, pessoas das mais diversas procedências convivem em harmonia.
Misteriosamente, Shangrila oferece aos seus habitantes uma vida longa, podendo chegar até 300 anos.

A obra inspirou duas versões cinematográficas.

Ainda na faculdade assisti a primeira versão do filme que me marcou para sempre. Muitas vezes, durante a minha vida, esta história vinha a minha mente, até que consegui encontrar o meu Shangrila.
A mensagem do livro é que Shangrila está dentro de nós.
Nós somos os responsáveis pela criação deste mundo de harmonia.
A longevidade é uma conseqüência do nosso espírito leve e harmonioso.
Roberto Carlos, na música ALÉM DO HORIZONTE, fala exatamente deste lugar.


Se você ainda não encontrou o seu Shangrila, NÃO DESISTA
.



segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sabia que o cérebro melhora com a idade?

As últimas investigações científicas demonstram que a atividade mental melhora o cérebro e conduz ao que conhecemos como “SABEDORIA”.







Durante muitos anos se acreditou que, a partir de certa idade, o número de neurônios não se renovava e o cérebro envelhecia.
No entanto, as últimas experiências demonstram que o cérebro se conserva mediante seu uso através da atividade mental. O cérebro melhora conforme o utilizamos.
Cientistas ingleses descobriram que os taxistas tinham uma parte do cérebro particularmente desenvolvida, porque o exercitavam memorizando ruas e caminhos.
Cientistas alemães descobriram a mesma coisa com os músicos.
O Instituto de Neurología de Londres observou o mesmo em relação ao cérebro das pessoas bilíngües.

DESTAS EXPERIÊNCIAS PODEMOS CONCLUIR:

- Os seres humanos podem criar novos neurônios ao longo de toda a vida.
- O esforço para criar novos neurônios pode aumentar mediante o esforço mental.
- Os efeitos são específicos e dependem da natureza da atividade.
- Os novos neurônios vão ficar nas áreas mais usadas do cérebro.

Daí, a importância de se manter uma atividade mental intensa, conforme envelhecemos.
Essa atividade mantém a saúde cerebral e é fator de proteção contra demência e senilidade.
Isso demonstra que os cérebros não envelhecem, simplesmente, com a idade.
Para aprender, usamos o hemisfério direito. Aquilo que já aprendemos passa a ser controlado pelo hemisfério esquerdo. À medida que deixamos de aprender, nossa atividade mental passa a ser dominada pelo “piloto automático”. Porém, a aprendizagem, que obriga a utilizar o hemisfério direito, é o principal ingrediente para evitar a deterioração do cérebro.
Portanto, a atividade mental intensa desempenha um papel essencial na manutenção da capacidade cerebral nas etapas avançadas da vida.

AERÓBICA MENTAL

Exercícios que exigem esforço cerebral, como os quebra-cabeças, leitura, jogos, caça-palavras, e outros passatempos estimulantes, são essenciais.
Encontre o nível de desafio que mantém seu interesse sem frustração ou cansaço.

PARA MANTER-SE JOVEM , CUIDE DO SEU CÉREBRO
VOLTE A ESTUDAR 

FONTES:

- Elkhonon Goldberg,
  Neurologista da Universidade de New York,
  Diretor do Instituto de Neuropsicología e Funcionamento Cognitivo

- Neurobiología do Duke University Medical Center


- “A Ciência da Longevidade” de Gary Small, M.D