segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sexualidade e Igualdade




A sexualidade humana passou por inúmeras interpretações através dos tempos!

Nas sociedades antigas, como a grega e a egípcia, o ato sexual era sagrado! Enquanto árabes e persas acreditavam que as mulheres traziam doenças e desgraças!

No ocidente, desde a Idade Média o prazer feminino era diabólico, uma manifestação do mal, que resultou na grande dificuldade para a aceitação profissional feminina. Com a chegada dos diferentes cultos, o prazer sexual passou a ser pecaminoso e condenável, mas para ambos os sexos. Pior, a seguir tornou-se uma prática proibida, salvo para a procriação, aliás a única função da mulher!

Em meados do século XX, essas concepções começaram a mudar, na medida em que os povos e as pessoas conquistavam mais direitos e liberdades e as religiões perdiam sua influência.

Na década de 60, com as revoluções sociais: hippies, feminismo, trabalhistas, o ato sexual começou a ser visto como uma manifestação prazerosa.
A mulher, já vinha adquirindo maior controle, inclusive a possibilidade de engravidar ou não. 
E, com a pílula anticoncepcional, o ato sexual deixou de ser visto apenas como indispensável à manutenção da espécie!

No presente, o prazer sexual é aceito livremente como algo saudável e essencial ao pleno desenvolvimento de ambos os sexos! O ápice foi alcançado, quando o ato sexual passou a ser identificado como a representação máxima do AMOR! Começou o respeito mutuo entre os sexos!

Hoje, homens e mulheres, vêm se tornando capazes de adotar essa interpretação na sua vida pessoal e profissional! Por sua vez, o homem passou a valorizar mais a mulher, em direção a sempre almejada igualdade! Enquanto há submissão, é difícil orgasmo compartilhado!

Só o ato sexual com amor, leva à plenitude da cumplicidade entre os sexos! Portanto, a verdadeira igualdade humana só é atingida com a livre entrega sexual!

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