segunda-feira, 24 de junho de 2013

O Mundo é Nosso

A DECLARAÇÃO DO MILÊNIO é um documento histórico, assinado  em Nova York, em 08/09/2000, que objetiva  mudar o mundo para melhor.Tudo depende da mobilização mundial: 550 milhões de pessoas poderão sair da extrema pobreza e 30 milhões deixarão de passar fome. Essas Metas são conhecidas no Brasil como os 8 Jeitos de Mudar o Mundo, a saber:

Erradicar a extrema pobreza e a fome
Reduzir pela metade o número de pessoas que sobrevivem com menos de 1 dólar por dia e que passam fome. No Brasil já estamos em andamento, com sucesso!

Atingir a educação básica de qualidade para todos
No mundo existem 113 milhões de crianças fora da escola. O Brasil já quase atingiu a meta, com mais de 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino.

Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia da mulher
Dois terços dos analfabetos do mundo são mulheres. A superação das desigualdades entre meninos e meninas começa no acesso à escolaridade formal. No Brasil, o progresso educacional da mulher tem sido muito bem sucedido.

Reduzir a mortalidade infantil
Todos os anos, 11 milhões de bebês morrem de causas diversas como subnutrição, doenças, falta de higiene e maus tratos. É um número alarmante, mas em queda desde 1980, inclusive no Brasil, com resultados positivos.

Melhorar a saúde materna
Nos países em desenvolvimento, as carências no campo da saúde reprodutiva produzem a taxa de 01 óbito materno a cada 48 partos. Nessa meta também estamos obtendo resultados bastante positivos.

Combater a AIDS, a malária e outras doenças
Epidemias mortais vêm destruindo gerações e acabando com qualquer possibilidade de desenvolvimento em muitos lugares do planeta. Nessas áreas somos líderes na tentativa de erradicação.

Garantir a sustentabilidade ambiental
Um bilhão de pessoas ainda não tem acesso à água. A água e o saneamento são dois fatores ambientais chaves para a qualidade da vida humana. Ambos fazem parte de um amplo leque de recursos indispensáveis ao nosso meio ambiente. Aqui, ainda há muito a fazer.

Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento

Muitos países em desenvolvimento gastam mais pagando juros de suas dívidas do que investindo em causas sociais. É necessário um sistema comercial e financeiro que não beneficiem somente os grandes países e as grandes empresas.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Dentro de Nós

A felicidade não é fruto nem da riqueza, nem do sucesso e muito menos dos bens materiais. Não é difícil encontrar um rico, sofredor e infeliz em seu palácio com toda mordomia e riqueza e encontrar um pobre miserável, alegre e feliz, em sua humilde moradia! A felicidade está dentro de nós!


Se observarmos atentamente, podemos concluir que tudo é resultado do estilo de vida, que cada um adota. Esse assunto vem sendo minuciosamente pesquisado, por estudiosos de diversas áreas, com resultados surpreendentes.
Potencialmente, todos possuímos, em nosso interior, a essência da alegria, do amor, da autoestima, da bondade, da felicidade etc. Essências essas que precisam e devem ser desenvolvidas e aperfeiçoadas, desde a infância.
Muitos crescem, conseguem facilmente desenvolver sua minúscula sementinha interior, adquirem bons hábitos, uma visão positiva da vida e se fazem naturalmente felizes. Outros não, desde cedo, demonstram um temperamento mais sofrido, amargura e pouca alegria. Precisariam ser ajudados e acompanhados por pessoas capacitadas ou até por profissionais da área.
Porque isso acontece? No futuro, estudos mais aprofundados e específicos poderão responder.
Já sabemos, entretanto, que mesmo depois de adulta, qualquer pessoa poderá transformar uma existência triste e infeliz em outra mais satisfatória. Sabemos, também, que é possível reverter o processo conscientemente, procurando ajuda profissional. Mesmo sozinhos adotando-se alguns hábitos, que embora simples, são comuns em pessoas realizadas.
Para isso precisam conectar-se consigo mesmo. Em silêncio buscar em seu interior o que lhe falta e o que acontece e porque acontece. Há exercícios que facilitam esse acesso através da meditação, arte de nos auscultar e nos compreender.
Alguns hábitos que podem ajudar:

Cultivar pensamentos positivos;
Ver os problemas como um desafio a ser enfrentado;
Não reclamar;
Não procurar culpados;
Não guardar mágoas;
Fazer exercícios;
Conquistar amigos;
Não se comparar a ninguém;
Tratar todos igualmente;
Viver o presente;
Viver com o que ganha;

Tudo está dentro de nós!
É o que precisamos aceitar e partir para a nossa própria descoberta!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Salvos pelo Amor

O homem, da rudimentar Idade da Pedra, selvagem e primitiva, chegou à sofisticação da vida urbana, da atualidade, convivendo em sociedade e com todas suas complicações e exigências. Havia uma grande diferença entre o comportamento de hoje e o existente antigamente entre os sexos.



Estamos no século XXI da época moderna, D.C! 
Entretanto, desde a antiguidade mais remota, o universo vem passando por inúmeras transformações ambientais: físicas, políticas e sociais.
O ser humano, igualmente vivenciou, não só essas mudanças, mas também, alterações sociológicas e comportamentais. O homem, da rudimentar vida selvagem primitiva chegou à sofisticação da vida urbana, da atualidade, convivendo em sociedade e com todas suas complicações e exigências.
Tem-se a impressão que não restou pedra sobre pedra, mas nem tudo se perdeu. O ser humano e o relacionamento entre os sexos acompanharam essas alterações, adaptaram-se e sobreviveram galhardamente.
Essa mutua compreensão entre os sexos deveu-se, é inegável, à instintiva necessidade sexual, indispensável à preservação da espécie. Mas um dado, em especial, contribuiu para que essa convivência pudesse se tornar vital, prazerosa e mais intensa.
Um incipiente sentimento, geneticamente existente no interior humano, conseguiu evoluir, possibilitando uma nova atração na interação entre os sexos. Além da atração física citada, surgiu a atração amorosa.
Qualquer abordagem histórica de que se tem notícia, nos mostra a enorme diferença existente entre o comportamento de hoje e o existente antigamente entre os sexos. Prevalecia a brutalidade, o machismo e a subserviência! Havia sexo, faltava o amor! Mas ao longo da história homens e mulheres aprenderam a amar. Porque amar se aprende...
Foi com a força do amor que a convivência começou a mudar. Em primeiro lugar, porque o amor é um sentimento e não pode ser controlado pela razão. Depois, porque não podemos escolher a quem amar! O amor é uma escolha emocional, amamos com o corpo, com a alma, com os olhos, não podemos evitar.
Ao longo da história humana, esse sentimento foi se fortalecendo e contribuindo para o abrandamento das desigualdades e o aparecimento de maior respeito e interesse mútuos. Assim, a força desse sentimento prevaleceu, lentamente, conseguindo, cada vez mais suavizar os relacionamentos, permitindo que os méritos recíprocos fossem reconhecidos, aceitos e as diferenças se abrandassem.
Se estudarmos as sociedades primitivas, podemos encontrar traços de uma maior ou menor espiritualidade, que comprova a existência potencial de algo que pode se desenvolver.
Na atualidade existe sexo e amor. Pode haver sexo sem amor e amor sem sexo, mas o amor verdadeiro é aquele em que se faz sexo com que se ama.

O AMOR ESTÁ AÍ,
MAIS FORTE DO QUE NUNCA.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Adeus Pobreza

Há mais de dois mil anos, a humanidade tenta reduzir a desigualdade social existente. Não querendo ir além dos nossos tempos, prestamos nossa homenagem aos Irmãos Graco (as Jóias de Cornélia), que, em Roma A. C., foram assassinados como líderes de movimentos que pleiteavam a distribuição de terras públicas aos plebeus sem recursos mínimos.

Embora, através da história, tenham surgido muitos outros grandes idealistas, passaram-se os séculos e nada mudou. O problema da miséria humana só fez aumentar e chegou até nossos dias, disseminada entre todos os povos e continentes, sem distinção.

No Brasil, a situação igualmente persistiu e só passou a ser mais objetivamente estudada, no século passado, a partir de 1990. Seus precursores foram os economistas. Antonio Maria da Silveira e Paul Singer, entre outros, que entretanto, viam o problema apenas sob a ótica do equilíbrio orçamentário.

O Senador Eduardo Suplicy foi sucessor e pioneiro, no Brasil, em considerar o tema como social. Suas ideias sobre a necessidade de uma Renda Mínima resultaram no livro RENDA BÁSICA DE CIDADANIA, de sua autoria e no qual defendia a criação de um Programa de Garantia de Renda Mínima.

A partir daí, essa ideia do social começou a ser difundida e muitos estudos oficiais foram realizados, pelo governo, nas universidades e até na indústria, visando principalmente a ampliação do ensino básico e criar possibilidades para  prosseguir na formação.  

Tais estudos foram úteis a vários setores, resultando inclusive na elaboração do Projeto de Renda Mínima do Senador Eduardo Suplicy, que mais tarde viria a dar origem ao Programa Bolsa-Escola e à Bolsa-Família, que hoje atendem mais de onze milhões de famílias!

Com esses estudos, foram definidas estratégias básicas de política e possibilidade de escolha, pelo povo, de governos capazes de realizá-las. O programa de erradicação da miséria se desenvolveu, cresceu e melhorou! E os resultados começaram a aparecer!!
A escolha de governantes foi importante, devido à dificuldade de execução de tais projetos: é inacreditável a intolerância de grande parte dos cidadão à concessão de benefícios de assistência social e à inclusão dos excluídos.

Hoje em dia, o Programa Brasil sem Miséria, já é uma realidade e tem elevado o nome do BRASIL lá fora. O índice que mede a desigualdade social vem caindo sensivelmente nos últimos dez anos.

Os brasileiros decidiram que o combate à pobreza extrema seria a prioridade e souberam escolher governantes capazes de realizá-la.

O Programa já mostrou que veio para ficar, SITUAÇÃO e OPOSIÇÃO estão bem cientes disso, em virtude dos últimos acontecimentos, quanto à ameaça de sua extinção...