segunda-feira, 10 de junho de 2013

Salvos pelo Amor

O homem, da rudimentar Idade da Pedra, selvagem e primitiva, chegou à sofisticação da vida urbana, da atualidade, convivendo em sociedade e com todas suas complicações e exigências. Havia uma grande diferença entre o comportamento de hoje e o existente antigamente entre os sexos.



Estamos no século XXI da época moderna, D.C! 
Entretanto, desde a antiguidade mais remota, o universo vem passando por inúmeras transformações ambientais: físicas, políticas e sociais.
O ser humano, igualmente vivenciou, não só essas mudanças, mas também, alterações sociológicas e comportamentais. O homem, da rudimentar vida selvagem primitiva chegou à sofisticação da vida urbana, da atualidade, convivendo em sociedade e com todas suas complicações e exigências.
Tem-se a impressão que não restou pedra sobre pedra, mas nem tudo se perdeu. O ser humano e o relacionamento entre os sexos acompanharam essas alterações, adaptaram-se e sobreviveram galhardamente.
Essa mutua compreensão entre os sexos deveu-se, é inegável, à instintiva necessidade sexual, indispensável à preservação da espécie. Mas um dado, em especial, contribuiu para que essa convivência pudesse se tornar vital, prazerosa e mais intensa.
Um incipiente sentimento, geneticamente existente no interior humano, conseguiu evoluir, possibilitando uma nova atração na interação entre os sexos. Além da atração física citada, surgiu a atração amorosa.
Qualquer abordagem histórica de que se tem notícia, nos mostra a enorme diferença existente entre o comportamento de hoje e o existente antigamente entre os sexos. Prevalecia a brutalidade, o machismo e a subserviência! Havia sexo, faltava o amor! Mas ao longo da história homens e mulheres aprenderam a amar. Porque amar se aprende...
Foi com a força do amor que a convivência começou a mudar. Em primeiro lugar, porque o amor é um sentimento e não pode ser controlado pela razão. Depois, porque não podemos escolher a quem amar! O amor é uma escolha emocional, amamos com o corpo, com a alma, com os olhos, não podemos evitar.
Ao longo da história humana, esse sentimento foi se fortalecendo e contribuindo para o abrandamento das desigualdades e o aparecimento de maior respeito e interesse mútuos. Assim, a força desse sentimento prevaleceu, lentamente, conseguindo, cada vez mais suavizar os relacionamentos, permitindo que os méritos recíprocos fossem reconhecidos, aceitos e as diferenças se abrandassem.
Se estudarmos as sociedades primitivas, podemos encontrar traços de uma maior ou menor espiritualidade, que comprova a existência potencial de algo que pode se desenvolver.
Na atualidade existe sexo e amor. Pode haver sexo sem amor e amor sem sexo, mas o amor verdadeiro é aquele em que se faz sexo com que se ama.

O AMOR ESTÁ AÍ,
MAIS FORTE DO QUE NUNCA.

Um comentário:

  1. E VIVA O AMOR!!! Adorei a matéria, Chermont. Um lindo dia...bjks

    ResponderExcluir