segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Camisinha, pílula, ou...

Mulheres ficam grávidas por falta de informação. A maioria não sabe o que é, como funciona, quando e como usar os muitos métodos  anticoncepcionais.
Vamos saber com a Farmacêutica
Dra. Sheila Jaime. Ela vai esclarecer alguns pontos.



O que é contraceptivo?
Os métodos contraceptivos ou anticoncepcionais têm, basicamente, a função de impedir uma gravidez não planejada. Alguns, preservativos femininos e masculinos, também servem como barreira contra doenças sexualmente transmissíveis.

Como ele funciona?
A pílula anticoncepcional ou método contraceptivo oral funciona da seguinte maneira. Todo mês o corpo da mulher passa por um processo de ovulação, quando o corpo se prepara para a fecundação. Ele ocorre por alterações hormonais naturais durante o ciclo menstrual. A pílula anticoncepcional irá intervir na concentração hormonal do corpo e inibir o processo de ovulação.

Quais são os contraceptivos que existem no mercado?
Há vários métodos contraceptivos disponíveis. Para saber o que melhor se adapta a cada um é necessário procurar um ginecologista para definir a escolha. Ele levará em consideração a idade, a frequência com que mantém relações sexuais, necessidade  reprodutiva, saúde etc. Entre os métodos contraceptivos há os que são reversíveis e os que são irreversíveis. Os métodos reversíveis são aqueles que ao deixarem de ser utilizados permitirão uma gravidez. Os métodos irreversíveis ou definitivos são aqueles que exigem uma intervenção cirúrgica, como a vasectomia para os homens e laqueadura tubária para as mulheres. Os métodos contraceptivos são:

Métodos de barreira:
Camisinha masculina e feminina,
Diafragma,
Esponjas,
Espermicidas e
Dispositivo intrauterino (DIU)



Contracepção hormonal
Contraceptivos orais (pílula anticoncepcional).
Contraceptivos injetáveis
Implantes
Anel vaginal
Adesivos cutâneos
Contraceptivos de emergência (pílula do dia seguinte).



Qual a diferença do contraceptivo (anticoncepcional) oral e da camisinha?
O contraceptivo oral é hormonal e os preservativos são contraceptivos de barreira, isto é, impedem fisicamente a passagem do espermatozoide.

Como e quando tomar anticoncepcional?
Não existe um método anticoncepcional mais indicado. Cada mulher deve procurar aquele que mais se adapte a ela. Existem mulheres que não se dão bem com métodos hormonais. Nesse caso, o preservativo é uma opção. Além de não causar efeitos colaterais, ele pode ser colocado antes da relação sexual. É feito de um material antialérgico (borracha nitrílica). Ideal para quem tem alergia ao látex. Por isso é indispensável consultar um ginecologista, para que ele apresente os métodos disponíveis e juntos decidam a melhor opção.

Qual é o nível de proteção dos contraceptivos?
A eficiência depende do uso correto do método escolhido. A pílula possui um índice de falha de 0,156%.


Fonte: Revista Bem+ (acesse a página da revista no facebook)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Curiosidades da Idade Média


Você sabia?
Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não têm banheiros. Na Idade Média, não existia escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico. Os excrementos humanas eram despejados pelas janelas do palácio.
Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquetes para 1500 pessoas, sem a mínima higiene. Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas. A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram, propositalmente, feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene).
Também não havia o costume de tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de, também, espantar os insetos.
Quem já esteve em Versailles, admirou muito os jardins enormes e belos, que, na época, não eram só contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existiam banheiros.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos “maio” como “o mês das noivas” e a explicação da origem do buquê de noiva.
O banhos eram tomados em uma única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles a água da tina já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês don’t throw the baby out with the bath water, ou seja, literalmente,“não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.
Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros - se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais pularem para o chão. Assim, a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o seu equivalente em inglês em it’s raining cats and dogs (está chovendo gatos e cachorros).
Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimentos oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho).
Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver. As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que o morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria saved by the bell, ou “salvo pelo gongo”, expressão usada por nós até os dias de hoje.
FONTE: Internet

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Gratidão

Nós, os seres humanos de qualquer cultura, etnia, credo ou profissão, temos algo profundo em comum: o desejo de ser feliz.
Estudos, que neurocientistas apoiam, chegaram á conclusão de que existe para isso uma receita. É uma descoberta simples e poderosa.
O caminho fácil e imediato para a felicidade é a Gratidão.
Parar, olhar ao redor e dar graças aos céus, ao Universo, a Deus pelas coisas boas da vida. Agradecer aos pais, aos professores, aos amigos, às pessoas boas que passaram e até aos estranhos. Dar ao cérebro uma oportunidade de lembrar de tudo o que tem dado certo, devido à participação alheia, às pessoas em geral.
Isso porque a Gratidão é, por definição, um sentimento de felicidade – mas uma felicidade que podemos vivenciar a qualquer momento, quando quisermos.
Cientistas supõem que as chamadas emoções morais dependem da noção de autoria, ou seja, da responsabilidade pessoal pelo acontecimento. Quando algo de bom acontece como resultado de nossos próprios atos, ficamos felizes e orgulhosos.
Mas, quando algo de bom acontece por ação alheia, devemos ficar agradecidos, essa é a autêntica Gratidão. Embora, nos dois casos haja ativação do sistema de recompensa do cérebro, neste, o reconhecimento da ajuda, dará maior sensação de euforia.

Portanto, é só fazer uma pausa, dar graças e instantaneamente seu cérebro responderá com um momento de felicidade.

Referência: Dra. Suzana Herculano-Houzel, neurocientista