segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Encontrar um parceiro


Então, você quer encontrar um parceiro? Bem, a sinceridade é a melhor política, SEJA VOCÊ MESMO!
Você precisa encontrar alguém que se pareça com você, física ou mentalmente. Simplificando, os opostos não se atraem, mas os tipos semelhantes sim, segundo os padrões de atração.
Em suma, o mais parecido que você seja com o seu parceiro melhor a relação, em todos os sentidos.
Há inúmeras teorias sobre isso, tudo interfere. No início da vida a tendência é procurar parceiro que se assemelhe a seus pais e por extensão, a você.
Depois, você pode fazer uma escolha aleatória, mas sempre dentro de seu meio ambiente. Assim, há uma grande chance de que você encontre uma pessoa que se assemelhe a você.
Agora a maior dificuldade vem quando se decide por pessoa de ambientes diferentes, culturas diferentes, hábitos diferentes.
Lembre-se, a atração dos opostos não deve ser definitiva, nada sério.
Mas, nada impede que algumas poucas pessoas de mundos diferentes se identifiquem como semelhantes!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Investir em Experiências

Carro com cheiro de novo, sapatos e roupas da última coleção ou a caríssima luminária criada por seu designer preferido, sonho da maioria. Comprar o que desejamos é o caminho mais fácil e mais enganoso para conseguir a felicidade.
Por isso o mundo em que vivemos é muitas vezes descrito como sociedade de consumo. Todos consumimos desenfreadamente.
Comprar um objeto, um doce, um livro ativa em nosso cérebro mecanismos químicos de recompensa. Dá prazer, leva a pessoa a pensar:“Eu sou alguém que sabe se vestir ou ler.ou comer...”
O problema é que a felicidade conseguida pelo consumo de coisas se dissipa rapidamente. Muitas vezes, antes mesmo da chegada da fatura do cartão.
A tendência é que busquemos repor o prazer da compra, com outra compra, num mecanismo similar ao do VÍCIO.
No entanto, uma solução simples, para usufruir o prazer de comprar e evitar os problemas da dependência, consiste em consumir menos e melhor. A ciência está do lado de quem compra para viver e não de quem vive para comprar.
Mas, de que maneira consumir de modo que a sensação de prazer seja duradoura e até mesmo se renove com o passar do tempo? Para conseguir, basta consumir experiências, em vez de consumir coisas.
De acordo com pesquisas , investir em experiências, aumenta substancialmente as chances de levar uma vida mais feliz.
Gilovich, um dos maiores especialistas do mundo em comportamento dos consumidores, desde o início dos anos 1990, estuda como as pessoas empregam seu dinheiro e o efeito dessas opções.
No estudo mais recente, sua principal conclusão é que o gasto com experiências, como jantares, viagens, passeios e espetáculos, causa uma sensação de felicidade mais intensa e duradoura do que a compra de produtos por mais grandiosos e modernos que eles sejam.
As experiências, ao contrário dos produtos, ficam em nossa memória e são revividas sempre que compartilhadas, expandindo nossa percepção de prazer e a de pessoas com quem as dividimos.
Num mundo em que nunca houve tanta oportunidade de compartilhar, como as redes sociais e o whatsapp , apostar em experiências pode ser um jeito divertido de distribuir bem-estar e receber mais felicidade.
O prazer de uma compra é intenso no momento em que ela é feita, mas logo tende a diminuir. O prazer de uma experiência funciona ao contrário, seu valor vai crescendo e ainda pode levar a outras experiências.
Vamos investir em experiências.

fonte: Revista Época

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