sexta-feira, 22 de maio de 2015

Frankstein

Esta história foi escrita por Mary Shelley esposa do poeta Inglês P B Shelley, em 1818. A partir do momento em que foi publicado tornou-se extremamente popular e foi traduzido para muitas línguas. Uma história de horror considerada o primeiro romance de ficção científica. Às vezes, o nome Frankenstein, é erroneamente usado como o nome do monstro, mas, na verdade, é o nome do cientista que o criou.

A história é contada através de cartas de um homem chamado Walton, um explorador Inglês. Conta-se que Victor Frankenstein, um estudante de ciência de Genebra, descobre o segredo da vida e decide fazer um ser humano. Então, à noite ele visita cemitérios e recolhe ossos e corpos. Com estes ele cria uma pessoa que aparenta mais monstro do que homem. 
O monstro é grande e feio e as pessoas ficavam aterrorizadas ao vê-lo. Como resultado, a pobre criatura não tem amigos e se sente solitário e deprimido.
Finalmente, ele pede para Frankenstein lhe fazer uma companheira. Mas ele se recusou. Por isso, o monstro ataca e mata não só o irmão de Frankenstein, mas também seu amigo e sua noiva, Elisabeth.
Frankenstein ficou transtornado e determinado a matar o monstro. Infelizmente, enquanto o perseguia, morreu.
O monstro ficou só, e então se mata...
Mais de 40 filmes foram feitos da história de Frankenstein. A primeira em 1910.
É uma história fascinante por causa do caráter do monstro, que é triste e assustador ao mesmo tempo.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

A História do papel


Na mais remota antiguidade não existia o papel, as pessoas escreviam em peles de animais, ossos e pedras.
Atualmente, para isso existe o papel usado diariamente para milhares de coisas, principalmente livros, jornais, revistas, também para dinheiro, selos, copos, bolsas e até mesmo para roupas.
A partir de 2700 AC, os antigos egípcios começaram a fazer um produto que era similar ao papel atual. Foi usado uma planta fartamente encontrada nas margens do rio Nilo chamada PAPYRUS, que era muito utilizado pelos egípcios para diversos propósitos.
As folhas sobrepostas e trabalhadas se transformavam numa espécie de papel, conhecido pelo mesmo nome da planta papiro. Este papel feito do papiro era utilizado pelos escribas egípcios para escreverem textos e registrarem as contas do império. Vários rolos de papiro, contando a vida dos faraós, foram encontrados pelos arqueólogos nas pirâmides egípcias
O papel, propriamente dito, foi inventado na China, em 105 DC, por um funcionário do governo, Ts’ai Lun. Era feito de uma mistura de planta e tecido. Os chineses mantiveram sua invenção em absoluto segredo por séculos. Nunca divulgaram!
Os árabes descobriam o papel chinês, quando capturaram alguns chineses e obrigaram a revelar como se fazia o papel.
Assim o papel atual teve essas duas origens: a egípcia e a chinesa, que era feita de plantas e de tecidos, mas lentamente passou a ser feito só de madeira porque era mais forte que o tecido.
Só no décimo século da nossa era, o papel foi trazido para a Europa pelos árabes. A primeira fábrica de papel foi construída na Espanha em 1150.  Mas a importância do papel só foi destacada após a invenção, por Gutenberg, da imprensa.
Até a Idade Média  as imprensas usavam tabelas gordas e pesadas ou blocos de pedra. A grande contribuição de Gutenberg foi seu aperfeiçoamento que facilitou o uso do papel e o disseminou rapidamente pelo universo todo. Muitos outros aperfeiçoamentos vêm acontecendo até hoje.
O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia, processo que se iniciou cerca de 1450 e que teria terminado cinco anos depois em 1455.
Atualmente, cada pessoa usa cerca de 300 kg de papel todo ano. O papel é indispensável, faz parte da civilização e da nossa cultura.