segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Papai Noel

Papai Noel é o nome da figura representativa da lenda sobre um senhor, conhecido como "o bom velhinho", que vestido de roupas vermelhas e longas barbas brancas, surge na noite da véspera do dia de Natal com um saco de presentes para dar às crianças que se comportaram bem durante o ano.
Esta é a lenda mais difundida na cultura ocidental que, possivelmente, surgiu com base na figura de São Nicolau.
A lenda do Papai Noel
De acordo com a lenda, São Nicolau era um bispo nórdico que tinha o hábito de ajudar as pessoas pobres. De acordo com a tradição, o bispo colocava um saco com moedas próximo à chaminé da casa de quem seria beneficiado.
A figura do simpático velhinho, gorducho, que trajava casaco vermelho debruado com pelo branco, cinto e botas pretas, foi criada pelo alemão Thomas Nast em 1866. 
A popularidade e caracterização do Papai Noel desta forma é atribuída à forte influência da marca Coca-Cola, que lançou uma campanha publicitária em 1931 utilizando a imagem criada por Nast.
Através dos veículos de mídia como filmes, músicas, propaganda e a própria publicidade, esta imagem continua se mantendo atual até os dias de hoje.
Para os americanos, o Papai Noel vive no Pólo Norte. Já para os europeus, sua casa é na Lapônia, Finlândia. Anualmente as crianças enviam para os correios cartas endereçadas ao Papai Noel com pedidos de presentes. Em Portugal, o Papai Noel é conhecido por Pai Natal. Segue abaixo, o nome do Papai Noel em outras línguas:

Alemão: Nikolaus ou Weihnachtsmann
Croata: Djed Mraz
Dinamarquês: Julemanden
Espanhol: Papá Noel
Finlandês: Joulupukki
Francês: Père Noël
Inglês: Santa Claus
Italiano: Babbo Natale
Holandês: Kerstman
Russo: Ded Moroz

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Cenoura e seus benefícios


As cenouras são cheias de benefícios para a saúde. Aqui estão algumas das principais razões para comê-las com mais freqüência, especialmente quando temos cenouras frescas, recém colhidas no nosso jardim.
Podemos comer cenouras cruas, em vinagrete ou picles ou mesmo cozidas e temperadas com um fio de azeite cru, para obter seus vários efeitos benéficos para a saúde.

Benefícios de comer cenoura
Melhora a fertilidade masculina
As cenouras podem melhorar a fertilidade masculina e a qualidade do esperma. Pesquisadores norte-americanos apontam que o consumo de frutas e legumes de cores alaranjadas ou amarelas, como a cenoura, o melão e a batata doce, pode melhorar a qualidade do esperma em até 10%. Esta pesquisa foi publicada na revista Fertility and Sterility com o título de "Semen quality in relation to antioxidant intake in a healthy male population" em base a um trabalho da equipe de Jorge Chavarro, pesquisador norte-americano.
Aumentar a expectativa de vida
Outra pesquisa também norte-americana liderada por Li Chaoyang, inserida no "Third National Health and Nutrition Examination Survey”, avaliou 15.000 voluntários durante 20 anos e constatou que os níveis de alfa-caroteno no sangue, são inversamente proporcionais ao risco de morte. Ou seja, a ingestão rotineira de frutas frescas e vegetais ricos em antioxidantes naturais, como o caroteno encontrado na cenoura, ajuda a prevenir a morte prematura.
Cenouras ajudam muito na luta contra a obesidade infantil
Pesquisas feitas em duas universidades norte-americanas, no Texas e na Carolina do Sul, publicadas no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics afirmam que uma dieta balanceada onde se inclui vegetais de folhas verdes, como espinafre e brócolis, legumes de cor amarela e alaranjada, como a cenoura e frutas amarelas, como a laranja, ajudam a combater a obesidade infantil, o que é fundamental para a manutenção da saúde das crianças.
Cenouras são saudáveis? cruas ou cozidas?
As cenouras são boas para sua saúde, cruas ou cozidas, mas por razões diferentes. Se você quiser absorver melhor o beta-caroteno - um precursor da vitamina A - encontrado na cenoura, melhor comê-las cozidas e temperadas com um fio de azeite de oliva. O beta-caroteno, é mais facilmente assimilado pelo corpo depois que o alimento passe por um cozimento rápido. A vitamina A é solúvel em gordura e, por isso, para sua absorção é importante acompanhar o prato com uma gordura saudável como o azeite extra-virgem. Porém, por outro lado, no cozimento algumas vitaminas como a vitamina C, que são sensíveis ao calor, se deterioram. Então, o melhor mesmo e comer cenouras dos dois jeitos, cruas e cozidas.
As cenouras são amigas da pele e da beleza
Alguns pesquisadores escoceses, em um estudo publicado na revista científica PLoS ONE, analisaram os hábitos alimentares de 35 estudantes universitários durante seis semanas. Como resultado se constatou que as pessoas que consumiam regularmente frutas e legumes de cores amarelo, vermelho e laranja, com especial referência para as cenouras e sua riqueza em beta-caroteno, apresentavam a pele muito mais relaxada e rosada.
Comer cenoura favorece o bronzeado
Comer cenouras, e outros alimentos de cor laranja, ajuda a promover um bonito bronzeado, o que muita gente sabe. E isso acontece porque as cenouras são ricas em beta-caroteno, que é estimulante da melanina, substância que promove a coloração da pele e protege contra os raios ultravioletas.
Cenouras fazem bem à vista
As cenouras contêm grande quantidade de vitamina A, que é muito importante para a saúde da visão, contribuindo especialmente para aguçar a visão noturna e para proteger os olhos. Outros alimentos bons para a vista são abóbora, melão e abricó.
Cenouras ajudam no combate ao envelhecimento
A presença da vitamina C e do beta-caroteno faz das cenouras, um dos legumes particularmente ricos em antioxidantes, substâncias úteis para combater os radicais livres e o envelhecimento. Em geral, comer frutas e vegetais, ajuda a manter a saúde e a prevenir a morte prematura. Entre os alimentos mais ricos em antioxidantes estão morangos, amoras, pitangas, tomates, mirtilos e pimentas.
Comer cenouras faz bem ao intestino
O consumo de cenouras é recomendado no caso de diarréia por sua riqueza de vitaminas, o que ajuda a reintegrar o organismo, e pela pectina, útil para o funcionamento do intestino. As cenouras podem ser comidas na forma de puré, ou como suco fresco para ser consumido à temperatura ambiente.
Para prevenir o câncer de cólon
Pesquisadores da University of Queensland estudaram os benefícios da cenouras negras para prevenir o câncer de cólon. Polifenois e fibras, duas das substâncias que existem em abundância nas cenouras negras, seriam a chave para os efeitos antitumorais desses vegetais. Em particular, as fibras que transportam os polifenois para o cólon, podem desempenhar um efeito preventivo sobre o câncer nesta parte do corpo.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Manga


A manga é o fruto da mangueira, nativa do sul e do sudeste asiáticos, encontrada desde o leste da Índia até as Filipinas. Foi introduzida com sucesso em Angola, em Moçambique, no Brasil e em outros países tropicais. A origem do nome dessa fruta vem da palavra manga do idioma malaiala. A manga é uma fruta de coloração variada. Ela pode ser amarela, laranja e vermelha, sendo mais rosada no lado exposto ao sol e mais amarelada ou esverdeada no lado que recebe insolação indireta. Sua polpa é suculenta, muito saborosa e, em alguns casos, fibrosa e doce. A manga contém uma única semente grande no centro.
Uma manga fresca contém cerca de 15% de açúcar, até 1% de proteína e quantidades significativas de vitaminas, minerais e antioxidantes, podendo conter vitamina A, B e C. Graças à alta quantidade de ferro que contém, a manga é indicada para tratamentos de anemia e é benéfica para as mulheres grávidas e em períodos de menstruação.
Pessoas que sofrem de câimbras, stress e problemas cardíacos, podem se beneficiar das altas concentrações de potássio e magnésio existentes que também auxiliam àqueles que sofrem de acidose. As mangas suavizam o intestino, tornando mais fácil a digestão. Na Índia, onde a manga é a fruta nacional, acredita-se que ela estanca hemorragia, fortalece o coração e traz benefícios ao cérebro. A manga é também utilizada para curar infecções pulmonares, bronquite asmática, bronquite catarral e tosse, como também é usada no tratamento de gengivas inflamadas, gengivites, feridas na boca e no canto dos lábios.
Existem mais de 100 variedades de mangas. Apesar de ser cultivada em suas regiões de origem há mais de 4 mil anos, sua introdução em outras terras foi muito lenta: a viagem das mangas pelo mundo foi iniciada com a descoberta das rotas comerciais marítimas entre a Europa e a Ásia, no início do século XVI. Foram os portugueses que levaram as mangas para as costas leste e oeste da África e depois para a América.
Por volta de 1700, a Bahia recebeu as primeiras mudas de mangueiras indianas. Da Bahia elas foram para o México no século 19, de onde atingiram a região da Flórida.
A mangueira foi a árvore asiática que melhor se adaptou ao clima brasileiro, produzindo inúmeras variedades. Ela se tornou obrigatória nas paisagens do norte e do nordeste do país, e sendo facilmente encontrada em cultivo na Amazônia e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Abacaxi e sua história


Quando Cristovão Colombo chegou à Ilha de Guadalupe, no Novo Mundo, o abacaxi foi oferecido aos invasores europeus num gesto de hospitalidade e boas-vindas. Em virtude de um julgamento um tanto forçado e bastante apressado, a fruta foi considerada semelhante ao fruto do pinheiro europeu, sendo então chamada de “piña”, como é até hoje conhecida nos países de língua espanhola.
Provavelmente nativo do sul da América do Sul, da região onde hoje fica o Paraguai, o abacaxi foi carregado por toda a América pelos guaranis, tornando-se espécie cultivada pelas populações autóctones até a região da América Central e do Caribe muito antes da chegada dos europeus.
Apenas depois de muito tempo de sua chegada a Europa, soube-se que aquilo que costumava ser considerado como uma fruta única não passava de uma ou duas centenas de pequenos frutos aglomerados em torno de um mesmo eixo central: cada “olho” ou “escama” da casca do abacaxi é um fruto que cresceu a partir de uma flor, fundindo-se todos os frutos em um grande corpo, chamado infrutescência, no topo do qual se forma a coroa.
No transporte do Novo para o Velho Mundo, o abacaxi deixou de ser apenas uma fruta e passou a ser um verdadeiro modelo de beleza e exotismo, representado incansavelmente pelas belas artes, estudado e admirado pelas ciências da natureza. Uma imagem que permaneceu misteriosa por muito tempo, até que pudesse ser completamente desvendada pela ciência botânica.
De perfume forte e sabor variado, ora dulcíssimo, ora bastante ácido, a massa composta pelo conjunto do abacaxi constitui uma polpa refrescante e cheia de caldo. Além do consumo ao natural, tais virtudes o recomendam como fruta que se presta à produção de uma grande variedade de doces, tais como compotas, cristalizados, geléias, sucos, sorvetes, cremes, gelatinas, tortas e pudins.
No Brasil, faz-se também uma bebida, chamada aluá, bastante conhecida e apreciada no Nordeste: deixam-se as cascas do abacaxi imersas em água por alguns dias, até que se processe a sua fermentação.
O abacaxi é, seguramente, uma das frutas tropicais mais populares do mundo, sendo muito utilizada no preparo de coquetéis de espírito festivo, tais como a famosa “piña colada”, feita com suco de abacaxi e rum.
O abacaxi não é fruta calórica, mas seu conjunto contém altas porcentagens de vitaminas A, B e C, assim como carboidratos, sais minerais (cálcio, fósforo e ferro) e fibras. Dos restos do abacaxizeiro também se pode extrair a bromelina, uma enzima nobre que ajuda a decompor proteínas, resultando dessa extração um bagaço consistente que pode ser utilizado como ração animal.
O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de abacaxi, com mais de 1400 mil toneladas anuais. As principais plantações brasileiras, responsáveis pela produção de cerca de 850 mil toneladas, estão concentradas na região do Triângulo Mineiro (Minas Gerias) e nos estados da Paraíba e do Pará. Outras regiões do país também são responsáveis pela produção de grandes quantidades de abacaxis: no Nordeste, destacam-se a Bahia, o Rio Grande do Norte e o Maranhão; no Sudeste, São Paulo (municípios de Araçatuba e Bauru), Rio de Janeiro e Espírito Santo; no Centro-Oeste, Goiás; e no Norte, o Estado de Tocantins.
No entanto, apesar de manter uma área de cultivo bem maior que os outros países produtores, o Brasil ainda não detém completamente as técnicas que permitem a alta produtividade obtida nos abacaxizais da Costa Rica, Bélgica, França, África (Costa do Marfim e Gana), Estados Unidos, Tailândia e Filipinas.
O abacaxi, com o nome de “piña”, foi levado para a Europa como testemunho da exuberância exótica das terras existentes a oeste do Atlântico. Espécie de fruto de fácil dispersão e cultivo, o abacaxi cruzou os mares do mundo a bordo de galeões e caravelas, chegando para ficar na África, na China, em Java, na Índia e nas Filipinas. Nesses locais, o abacaxi propagou-se com facilidade e rapidez, tendo sido muito bem aproveitado nos últimos cinco séculos.
Na Inglaterra, a partir do século 17, iniciou-se o cultivo do abacaxi em estufas especialmente preparadas para manter a temperatura equivalente à temperatura tropical de que a planta necessita para crescer. Com sua coroa espinhenta, passou a ser chamado, no feminino, de a “rainha das frutas”. Transformado em iguaria de reis e rainhas, o abacaxi foi oferecido como símbolo de hospitalidade a convidados especiais da nobreza também nas cortes européias.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Cacau, manjar dos deuses!


O Cacau é o fruto da árvore Cacaueiro. É desse fruto que se origina o chocolate através de alguns processos. 
Não se sabe ao certo quais foram os primeiros povos a cultivar esse fruto. Segundo consta, os Astecas, no México, e os Maias, na América Central foram os primeiros povos a cultivar o cacau. Mas, fala-se também, que antes mesmos dos primeiros colonizadores espanhóis chegarem à América, o cacau já era cultivado pelos índios. 
O cacaueiro, chamado cacahualt, era considerado sagrado e suas sementes eram tão valiosas que chegaram a ser usadas como moeda.
Como bebida, era servido em cerimônias e rituais, em requintados banquetes. O cacau chegou à Europa pelas mãos de Cristóvão Colombo, que o teria levado por simples curiosidade e logo se transformou em uma coqueluche por lá.
Em 1758, o botânico sueco Carlos Linneo chamou a planta de “Theobroma Cacao” que significa “Manjar dos Deuses”.
No Brasil, o cacau veio para Bahia e seu plantio foi permitido oficialmente em nossas terras em 1679 através da Carta Régia que autorizava colonizadores a plantar o fruto. Na Bahia, o cacau chegou primeiro no município de Canavieiras e depois levado à Ilhéus em 1752.
O cacau se adaptou ao clima e solo do sul da Bahia, e a região alcançou a produção de até 95% do cacau brasileiro, ficando o Espírito Santo com 3,5% e a Amazônia com 1,5%.
O Brasil é hoje o 5° produtor de cacau do mundo.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Furacão


"Todo mundo devia passar por um furacão. Todo mundo. Sem exceção.
A gente tem manicure marcada, o frango descongelado, mas nenhum cotidiano sobrevive a um furacão. E a gente só sabe disso quando vive. Todo mundo devia passar por um furacão; pra ter que escolher entre ir e ficar. Correr ou esperar. Empacotar ou respirar.
Com exceção das evacuaçōes mandatórias, penso que não tem escolha certa e escolha errada. Mas que todo mundo devia parar pra pensar: “Vou ou fico?” “Tenho pra onde correr?” E, mais importante ainda, “tenho com quem correr?” Todo mundo devia passar por um furacão e falar com as pessoas com quem vive: “Eu quero ir.” “Eu não quero.” “Aqui é seguro.” “Mas eu não me sinto segura”. “Então eu vou sozinho.” “Eu não fico sem você.”
Todo mundo devia passar por um furacão pra falar o que sente…
Todo mundo devia passar por um furacão, pegar a estrada e perceber que esqueceu aquele documento importante para, em seguida, se dar conta que aquele documento não tem a menor importância. E o que tem está aqui. No banco de trás reclamando de calor, no banco ao lado exagerando no ar condicionado.
Todo mundo devia passar por um furacão e praticar empatia. Todo mundo devia ter uma rede de apoio, ainda que virtual, para dizer: “Não aguento mais, estou dirigindo há 14 horas”. E ouvir, de um desconhecido, uma mensagem simples: “Calma, tem um posto aberto na 75, pega a esquerda”. “Falta pouco”. “Força”. “Você consegue.”
Todo mundo devia passar por um furacão e chegar num hotel mequetrefe de beira de estrada. E, mesmo com cama faltando e sem ar condicionado, erguer o pensamento aos céus: Obrigada por esse abrigo, meu Deus.
Todo mundo devia passar por um furacão e comer um pote de M&M como se o mundo fosse acabar – porque, afinal, vai que… Todo mundo devia passar por um furacão para estudar, em detalhes, o mapa de onde se vive e aprender, em minutos, mais do que em todas as aulas de geografia da vida. Todo mundo deveria passar por um furacão e enlouquecer atrás de um hotel que aceite bicho, para também dar uma prova de amor ao seu cachorro.
Todo mundo devia saber que nosso planeta é nosso abrigo, nosso corpo nossa casa; e só.
Todo mundo deveria passar por um furacão para saber-se vulnerável, mas, sobretudo, para saber-se forte. Para respirar fundo, fazer uma cama no corredor, um cafofo no closet e dormir abraçado a quem se tem…
Todo mundo devia passar por um furacão  para, por fim, amanhecer em gratidão com o primeiro raio de sol, com um pato que invade o seu quintal, ou com o canto daquele passarinho que, por algum dos muitos milagres da natureza, também sobreviveu.”

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Pirâmides do Egito


No Antigo Egito a religião adotada era a politeísta – a qual consiste na crença de que existem vários deuses, sendo cada um considerado um ente singular e autônomo.
Os egípcios tinham como verdadeira a continuidade da vida após a morte, portanto devia-se preservar este corpo para que ele recebesse de forma adequada sua alma.
Preocupados com esta questão, os egípcios desenvolveram um sistema de mumificação - processo artificial de se preservar o corpo humano da decomposição após a morte -, no qual o corpo era embalsamado e os órgãos retirados, pois os egípcios acreditavam que o corpo e a alma eram separados após a morte. O único órgão que permanecia no lugar era o coração, pois, segundo a tradição, o coração era o local onde residiam as emoções e assim ele não podia ser retirado, em seguida o corpo era envolto em faixas de linho branco.
Depois de finalizado este processo, o corpo – então denominado múmia - era colocado dentro de um ataúde, que seria levado à pirâmide para ser protegido e conservado. Na época, por ser um processo muito caro, apenas os faraós e os sacerdotes eram mumificados.
As pirâmides são edificações grandiosas arquitetadas em pedra, sua sustenção é retangular e possui quatro lados triangulares que afluem em direção ao seu ponto mais alto.
Existe a crença de que as pirâmides do Egito Antigo seriam monumentos funerários, apesar de alguns profissionais especializados defenderem a idéia de que se tratava de sepulcros suntuosos também utilizados como lugar de adoração a Deus.
As pirâmides foram construídas há aproximadamente 2700 anos. Tinha por obrigação acolher e resguardar o corpo do faraó mumificado e seus objetos de uso pessoal – jóias, utensílios de uso pessoal e outros bens materiais.
As construções eram muito resistentes, vigiadas e o acesso era bastante dificultoso, tanto que os egípcios, para preservarem os segredos internos destas, davam cabo da vida dos engenheiros que as haviam edificado. Todos os meios possíveis eram usados para se evitar o acesso ao corpo mumificado do faraó e aos seus pertences.
Há conhecimento da existência de cem pirâmides no Egito, sendo a mais célebre a de Queóps – nome dado em homenagem ao mais rico dos faraós do Egito antigo , a única das sete maravilhas antigas que resiste ao tempo.
A Pirâmide de Queóps foi construída por volta de 2.550. A experiência foi passada de geração para geração - Quéfren, filho de Queóps, e Miquerinos, seu neto, concluíram as três pirâmides de Gizé.
Para se colocar em pé as três pirâmides, calcula-se que cerca de 30 mil egípcios trabalharam durante 20 anos, e a cada três meses havia uma troca de homens. Uma grande parte trabalhava no corte e transporte de blocos de pedras. Porém, não havia somente trabalhadores braçais, mas também arquitetos, médicos, padeiros e cervejeiros, pois se acredita que os homens que ali trabalhavam eram pagos com cerveja e alimentos, apesar das várias polêmicas existentes.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Independência do Brasil


D. Pedro de Alcântara de Bragança, nomeado Príncipe Regente do Brasil em 1821, quando d. João teve que retornar a Portugal por conta de uma revolução local, proclamou a independência do Brasil em 7 de Setembro de 1822.
Consta que, em 7 de setembro, quando retornava de São Paulo, -onde conhecera a Marquesa de Santos-, para o Rio de Janeiro, Pedro recebeu uma carta de José Bonifácio e de Leopoldina a qual informava que as Cortes tinham anulado todos os atos do gabinete de Bonifácio - ministro do Reino e dos Negócios Estrangeiros, e removido o restante de poder que ele ainda tinha . A carta exigia seu pronto retorno a Portugal, e rebaixava o Brasil novamente à condição de Colônia. Voltou-se para seus companheiros, e à sua Guarda de Honra, e falou:
‘Amigos, as Cortes Portuguesas querem escravizar-nos e perseguir-nos. A partir de hoje as nossas relações estão quebradas. Nenhum vínculo nos une mais.’ e continuou, depois que arrancou a braçadeira azul e branca que simbolizava Portugal: ‘Tirem suas braçadeiras, soldados. Viva independência, a liberdade, e a separação do Brasil.’
Ele desembainhou sua espada afirmando: ‘Pelo o meu sangue, minha honra, meu Deus, eu juro dar ao Brasil a liberdade’, e gritou: ‘Independência ou morte’.
Este evento é lembrado como ‘Grito do Ipiranga’. imortalizado pelo pintor paraibano Pedro Américo, no quadro ‘Independência ou Morte’, de 1888.
No dia 12 de outubro desse mesmo ano, o príncipe foi proclamado imperador com nome de Pedro I, e o país passou a ser chamado de Império do Brasil. O que aconteceu depois, todos já conhecem.
Entendo que pelo bem de todos e felicidade geral das nações a história enfeita muito certas passagens. Sempre me perguntei como teria sido, de fato, a reação e as palavras de D. Pedro I ao se indignar com a atitude da corte de Portugal em relação ao Brasil, quando estava a caminho do Rio de Janeiro vindo de São Paulo, às margens do córrego do Ipiranga. Com certeza não foi ‘Vai Corinthians!!!’. Mas, há controvérsias.
(JA, Set17)
Fonte: Texto de Juarez Alvarenga

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Lady Diana e seu castelo Althorp House


Althorp House é uma castelo de campo na Inglaterra, localizada a 8 km (5 milhas) ao noroeste do centro da cidade de Northampton.
Desde 1508, tem sido a propriedade principal da família Spencer e pertence atualmente a Charles Spencer, 9° Conde Spencer, também conhecido por ser o irmão de Lady Di.
A mansão de Althorp originalmente tinha tijolos vermelhos da Era Tudor, mas foi radicalmente modificada durante o século XVIII, quando o famoso arquiteto Henry Holland foi comissionado para fazer mudanças extensivas. O interior da casa reúne uma coleção de obras de arte, principalmente do flamengo Anthony van Dyck, além de móveis finos.
A princesa Diana era membro da família e não só passou sua infância na Althorp House, como também lá foi sepultada.
O estábulo de cavalos da propriedade foi convertido numa exibição devotada à memória da princesa, onde há fotos, objetos pessoais e roupas da princesa, incluindo seu vestido de casamento.
Segundo o irmão de Diana, todo o dinheiro arrecadado com a venda de tickets é doado para o Fundo Memorial de Diana, Princesa de Gales, que distribuí o dinheiro entre instituições de caridade apoiadas pela princesa em vida.
Numa pequena ilha ao centro do lago da propriedade, o corpo de Diana está enterrado. No entanto, há rumores de que seu corpo, na verdade, está enterrado na igreja de Great Brington. Além disso, ex-funcionários de Althorp alegam que o corpo foi cremado e que não se encontra mais na ilha, onde cães da família Spencer eram enterrados.

A propriedade e a mansão estão abertos ao público durante os meses de verão (de 1º de julho até 30 de setembro), exceto no dia 31 de agosto, o aniversário de morte de Diana. A propriedade foi primeiramente aberta em 1953, por Albert Spencer, 7° Conde Spencer, o avô de Diana, para minimizar os impostos.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Tiróide e seus sintomas


A tireoide é uma glândula do sistema endócrino, situada na parte superior do pescoço.
A função desta glândula é transformar o iodo que obtemos dos alimentos em hormônios. O hormônio mais importante é a Tiroxina ou T4, que intervém de forma direta nas mudanças de peso corporal.
Os hormônios tireoidinas influem em todo o corpo, regulando o metabolismo, sistema nervoso, crescimento e até mesmo o ritmo cardíaco. As enfermidades mais comuns da tireoide se devem a uma produção anormal de hormônios. Os problemas podem ser hipertiroidismo, produção hormonal em excesso ou hipotiroidismo, baixa produção de hormônios. As mulheres são as mais propensas a desenvolver transtornos na tireoide e o grande problema consiste na falta de diagnóstico das pacientes. Por isso, aqui te descrevemos os sintomas mais comuns:
Cansaço constante
Se você dorme o suficiente, mas ainda assim se sente sem energia durante o dia, é provável que a sua tireoide não esteja ativa. Isso faz com que todas as funções do corpo sejam afetadas, tornando-as mais lentas e portanto te fazendo se sentir esgotada.
Depressão sem motivo aparente
A produção de hormônios tireoidiano intervém nos níveis de serotonina que o cérebro produz, sendo que este hormônio é encarregado do bom estado do ânimo. Se estiver triste sem um motivo aparente, é possível que seja um sinal de hipotiroidismo.
Ansiedade e irritabilidade
Quando a tireoide produz uma quantidade excessiva de hormônios, seu metabolismo se acelera e cria a sensação de estar em constante estado de ansiedade. Se sentir que não pode relaxar mesmo que não tenha problemas, pode ser que esteja com hipertiroidismo.
Problemas de peso
No caso do hipotiroidismo, a glândula não produz o suficiente de hormônios, assim o metabolismo diminui o seu ritmo. Por mais que você leve uma vida saudável, sente que não consegues baixar de peso. Bem diferente do hipertiroidismo, que produz hormônios em excesso, aumenta o apetite mas ao mesmo tempo acelera o seu metabolismo, o que causa a perda de peso.
Falta de concentração
Em muitas ocasiões, atribuímos a falta de concentração ao estresse ou poucas horas de sono. Entretanto, a falta da glândula teroide pode causas esquecimentos constantes, falta de atenção ou mente que está sempre “no mundo da lu”. Se isso te ocorre com frequência e sem razão aparente, deve testar se não se trata de mudanças hormonais.
Mudanças no ciclo menstrual
Mudanças no padrão do seu ciclo menstrual pode ser relativos à mudanças hormonais causadas pela tireoide.
Dores nos músculos ou extremidades
Se sentir formigamentos estranhos ou dores nas suas extremidades sem motivo aparente, pode ser que os hormônios estejam prejudicando os nervos que enviam sinais ao seu cérebro.
Termostato interno descontrolado
Se sentir frio mesmo em temperaturas quentes, pode ser problema de hipotiroidismo. Ao não produzir hormônios o suficiente, o metabolismo fica mais lento e causa a sensação de frio. Por outro lado, as pessoas com hipertiroidismo, apresentam calor inexplicável e suor em excesso, pois seu metabolismo trabalha em uma velocidade em excesso.
Pressão arterial alta
As anomalias na produção de hormônios podem influir no ritmo cardíaco e portanto podem provocar hipertensão. As pessoas que sofrem com hipertiroidismo têm de duas a três vezes mais chances de desenvolver pressão arterial alta.
FONTE: perfeito.guru

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Taj Mahal


O Taj Mahal é um monumento considerado uma das 7 maravilhas do mundo e a sua história é uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser.
Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza.
Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Consta que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimónia do casamento teve lugar no ano de 1612, na qual o imperador a rebatizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente infeliz e inconsolável e toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Neste período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído, em sua homenagem, um monumento que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquiteto, mas reuniram-se as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, jade e cristal da China, turquesa do Tibet, lapis lazulis do Afeganistão, ágatas do Yemen, safiras do Ceilão, ametistas da Pérsia, corais da Arábia Saudita, quartzo dos Himalaias, âmbar do Oceano Índico.
Surge assim o Taj Mahal, cujo nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal, o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj" é de origem persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar.
O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Reflorestamento na China

A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima, tem índice de desmatamento zero.

Tanto a China como a Índia têm programas para reflorestar e “reverdejar” áreas que foram destruídas pela remoção da mata nativa, embora o da China seja muito maior.  A Grande Muralha Verde da China tem como objetivo deter o avanço dos desertos por meio do plantio de uma assombrosa quantidade de árvores.
Na Província de Shaanxi, o programa converteu 571 mil hectares de terras agrícolas e 427 mil hectares de terras improdutivas em florestas ou gramados entre 1999 e 2002, de acordo com estudo.  Outros 280 mil hectares de terras agrícolas e a mesma extensão em terras não cultivadas foram reflorestados em 2003.  O Banco Mundial chamou atenção para o programa, dizendo que a China é um dos poucos países da Terra que está ampliando sua cobertura florestal.
Ao criar a maior floresta formada pelo homem no mundo, a China diz que já teve êxito em cobrir 20% do país com florestas.  Seu objetivo é ter 42% até 2050.  Parece até que a maior arma da China – e a menos reconhecida internacionalmente – contra a mudança climática é o plantio de árvores.
Os cidadãos de modo geral plantaram cerca de 56 bilhões de árvores por toda a China na última década, de acordo com estatísticas governamentais citadas pelo jornal “The Guardian”.  Somente em 2009, a China plantou 5,88 milhões de hectares de floresta.  A China planta duas vezes e meia mais árvores a cada ano do que o restante do mundo inteiro somado, é “o maior programa de plantio de árvores já visto no mundo”.
Apesar do êxito, críticos questionam a Grande Muralha Verde porque possui também desvantagens ambientais, tais como sua pobre biodiversidade e o intensivo uso de água.  Alguns estudos chegam a mostrar que a criação de novas florestas não é um modo eficaz de absorver carbono ou mitigar mudanças climáticas.
Embora grandes projetos nacionais como o da Grande Muralha Verde funcionem também como ferramentas de propaganda para o governo chinês, os resultados diferem em nível local, como explica um artigo publicado sobre reflorestamento no sudoeste da China. O programa se deparou com problemas entre os camponeses que se rebelam quando as novas árvores não produzem renda na mesma proporção das lavouras perdidas e, em alguns lugares, o plantio simplesmente não decola por causa de projetos ruins de reflorestamento ou outras questões.  Apesar disso, no geral, a iniciativa é um exemplo impressionante do que um governo pode fazer desde que esteja motivado.
O Kubuqi é o sétimo maior deserto da China e está localizado na Região da Mongólia Interior. Nas últimas três décadas, um quarto dele já foi reflorestado.
Investindo em reflorestamento, os chineses agem de forma pragmática. Pagar fazendeiros = mais árvores. Mais árvores = mais água no rio. Mais água = mais energia elétrica barata (ainda mais no país que inaugura duas usinas a carvão por semana para dar conta de crescer como cresce). Mais energia barata, mais produção para a economia – e dinheiro para pagar os reflorestadores.
O final dessa equação é surreal para os padrões brasileiros. A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima, tem índice de desmatamento zero. Abaixo de zero, até: eles plantam mais árvores do que derrubam.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Aurora Boreal


Aurora boreal é um fenômeno que ocorre nas regiões polares do norte do planeta Terra, além de outros, como Júpiter, Saturno e Marte. A aurora boreal pode ser vista durante a noite ou no final da tarde, a olho nu. Suas luzes coloridas e brilhantes, geralmente são avermelhadas e esverdeadas.
A aurora boreal tem forma de arcos homogêneos junto ao horizonte. Também tem a forma de uma coroa brilhante, formada no zênite magnético, onde parecem convergir todos os raios e luz difusa. A altura da aurora boreal oscila entre os 100-120 km, embora nas regiões ainda iluminadas pelo sol possam aparecer abaixo dos 80 km ou acima de 1000 km.
A intensidade luminosa das auroras é muito variável, irregular e pulsante. A cor é muitas vezes esverdeada porque corresponde ao espectro de oxigênio. Ela ocorre devido ao contato dos ventos solares com o campo magnético do planeta.
O termo “Aurora boreal” foi criado por Galileu Galilei, no ano de 1619, por causa de uma deusa romana do amanhecer, chamada de Aurora, e de seu filho, chamado Bóreas.
Esse fenômeno ocorre geralmente nos meses de setembro a outubro, e de março a abril, épocas de maior atividade das manchas solares. No hemisfério sul, a aurora boreal é conhecida como aurora austral. Pode, também, ser reproduzida artificialmente, por exemplo, através de explosões nucleares ou em laboratório.
No nosso planeta é possível ver esse fenômeno na Noruega, Suécia, Finlândia, Islândia, Alasca, Canadá, Groenlândia, Escócia, Rússia, etc.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Cristo Redentor


O Cristo Redentor é uma estátua Art Déco de Jesus Cristo no Rio de Janeiro, Brasil, criada pelo escultor francês Paul Landowski e construída pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa, em colaboração com o engenheiro francês Albert Caquot.
O escultor romeno Gheorghe Leonida formou o rosto. A estátua é de 30 metros de altura, excluindo o seu pedestal de 8 metros e os braços esticados com 28 metros de largura.
A estátua pesa 635 toneladas e está localizada no pico do Corcovado, montanha de 700 metros de altura, no Parque Nacional da Floresta da Tijuca, com vista para a cidade do Rio. É feito de concreto armado e pedra sabão, e foi construído entre 1922 e 1931.
O trabalho de manutenção é realizado periodicamente devido aos fortes ventos e à erosão a que a estátua está exposta, bem como incidência de relâmpagos.
Um raio atingiu a estátua durante uma tempestade violenta em 10 de fevereiro de 2008, causando danos aos dedos, cabeça e sobrancelhas. Em 2010, uma enorme restauração da estátua foi realizada. O trabalho incluiu a limpeza, substituição da argamassa e pedra-sabão no exterior, restauração do ferro na estrutura interna e a impermeabilização do monumento.
Um outro raio, em 17 de janeiro de 2014, danificou novamente, desalojando um dedo na mão direita.
Um símbolo do cristianismo em todo o mundo, a estátua também se tornou um ícone cultural do Rio de Janeiro e do Brasil.
Está listada como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo.
S.H. Holland. Cristo Redentor em construção, c. 1931.
Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Tapete Persa

Os tapetes persas são a prova viva da interação entre História, Arte e Matemática.
Surgiram no Irã em 500 a.C e a principal finalidade dessa peça era a de proteger as pessoas do frio.
A principal matéria prima dos tapetes da época eram a lã e o algodão, raramente a seda, que além de ser menos durável era acessível apenas as pessoas com maior poder aquisitivo, que costumavam ostentar suas peças nas paredes das suas casas ou tendas.
Os arqueólogos quase nunca conseguem descobrir alguma evidência de tapetes em escavações arqueológicas pois esses materiais usados antigamente na tecelagem – seda, algodão e lã – eram de fácil decomposição e o que restou dos tempos antigos como evidência são apenas alguns pedaços desgastados, o que não ajuda muito no reconhecimento das características de tapetes anteriores aos séculos XIII e XIV.
A arte de fazer tapetes sofreu várias mudanças em diferentes períodos da história e com o tempo, a produção de tapetes se tornou mecânica e os matérias sintéticos, mas os trabalhos feitos à mão ainda são muito procurados e extremamente valorizados e costumam ser uma arte passada de geração para geração e são copiados pela Industria. E justamente por se tratar de uma arte é que os tapetes feitos a mão são mais caros. Os tapetes persas são um bom exemplo disso.
O tapete persa é uma parte essencial da arte e cultura persas. Cada parte dele é tradicionalmente feita à mão por famílias inteiras até hoje,  a partir de matérias primas naturais e ao longo de muitos meses. Desde o fio de fibras até as cores é um árduo processo manual e minucioso, por isso são tão valorizados e incrivelmente lindos.
E o mais curioso é  como o luxo, a que se associam os tapetes persas, forma um surpreendente contraste com sua modesta origem entre as tribos nômades da Pérsia.
Hoje, muitos materiais tecnológicos são utilizados na confecção dos tapetes e os materiais tradicionais são reinventados em processos de produção industriais, mas uma coisa não temos a menor dúvida, os tapetes trazem um encanto especial em qualquer ambiente, carregados de história, são até hoje uma das peças mais indispensáveis em qualquer decoração.
O Tapete de Ardabil, ou Tapete de Ardebil é um dos dois famosos tapetes persas que fazem parte atualmente das coleções do Victoria and Albert Museum em Londres. Muito copiado por fábricas do mundo todo.
fonte: Wikipedia

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Madre Teresa de Calcutá


A Madre Teresa, conhecida na Igreja Católica como Santa Teresa de Calcutá (1910-1997) era uma freira e missionária católica romana albanês-indiana. Ela nasceu em Skopje (agora a capital da República da Macedônia). Depois de viver na Macedônia por dezoito anos, ela mudou-se para a Irlanda e depois para a Índia, onde ela viveu durante a maior parte de sua vida.
Em 1950, Teresa fundou os “Missionários da Caridade”, uma congregação religiosa católica romana que tinha mais de 4.500 irmãs e atuava em 133 países em 2012. A congregação gerencia: domicílios para pessoas que morrem de HIV / AIDS, lepra e tuberculose; cozinhas de sopa, dispensários e clínicas móveis; programas de aconselhamento infantil e familiar; orfanatos e escolas.
Os membros, que fazem votos de castidade, pobreza e obediência, também professam um quarto voto: dar "um serviço gratuito e sincero aos mais pobres dos pobres".
Teresa recebeu uma série de honras, incluindo o Prêmio Ramon Magsaysay da Paz de 1962 e o Prêmio Nobel da Paz de 1979. Ela foi canonizada (reconhecida pela igreja como um santo) em 4 de setembro de 2016, pelo Papa Francisco em missa no Vaticano, e o aniversário de sua morte (5 de setembro) é o dia da festa.
Uma figura controversa durante a vida e após a morte dela, Teresa foi admirada por muitos por seu trabalho de caridade. Ela foi elogiada e criticada por sua oposição ao aborto e criticou por condições precárias em suas casas para os moribundos. Sua biografia autorizada foi escrita por Navin Chawla e publicada em 1992, e ela tem sido objeto de filmes e outros livros.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Titanic


O Titanic foi um navio de passageiros,  britânico, que afundou no Oceano Atlântico Norte no início da manhã de 15 de abril de 1912, depois de colidir com um iceberg durante sua viagem inaugural de Southampton para Nova York. Dos 2224 passageiros e tripulantes a bordo, mais de 1.500 morreram, tornando-se um dos mais mortíferos desastres marítimos em tempo de paz comercial na história moderna. O navio foi construído pelo estaleiro Harland e Wolff em Belfast. Thomas Andrews, seu arquiteto, morreu no desastre.
Sob o comando de Edward Smith, o Titanic levou algumas das pessoas mais ricas do mundo, bem como centenas de emigrantes da Grã-Bretanha e da Irlanda, da Escandinávia e de outros países da Europa, buscando uma nova vida na América do Norte. Embora o Titanic tivesse recursos avançados de segurança, não havia botes salva-vidas suficientes para acomodar todos aqueles a bordo, devido a regulamentos de segurança marítima desatualizados. O Titanic só carregou botes salva-vidas suficientes para 1178 pessoas - um pouco mais da metade do número a bordo e um terço de sua capacidade total.
Em 14 de abril de 1912, após quatro dias e a 375 milhas (600 km) ao sul da Terra Nova, ele atingiu um iceberg às 11h40, horário do navio. Pouco menos de duas horas depois que Titanic afundou, o transportador Cunard RMS Carpathia chegou à cena, resgatando 705 sobreviventes estimados.
O naufrágio do Titanic, descoberto pela primeira vez mais de 70 anos após o afundamento, permanece no fundo do mar, dividido em dois e gradualmente se desintegrando a uma profundidade de 12.415 pés (3.784 m).
O Titanic tornou-se um dos navios mais famosos da história.
Sua memória é mantida viva por inúmeras obras de cultura popular, incluindo livros, canções folclóricas, filmes, exposições e memoriais.