segunda-feira, 26 de junho de 2017

Tapete Persa

Os tapetes persas são a prova viva da interação entre História, Arte e Matemática.
Surgiram no Irã em 500 a.C e a principal finalidade dessa peça era a de proteger as pessoas do frio.
A principal matéria prima dos tapetes da época eram a lã e o algodão, raramente a seda, que além de ser menos durável era acessível apenas as pessoas com maior poder aquisitivo, que costumavam ostentar suas peças nas paredes das suas casas ou tendas.
Os arqueólogos quase nunca conseguem descobrir alguma evidência de tapetes em escavações arqueológicas pois esses materiais usados antigamente na tecelagem – seda, algodão e lã – eram de fácil decomposição e o que restou dos tempos antigos como evidência são apenas alguns pedaços desgastados, o que não ajuda muito no reconhecimento das características de tapetes anteriores aos séculos XIII e XIV.
A arte de fazer tapetes sofreu várias mudanças em diferentes períodos da história e com o tempo, a produção de tapetes se tornou mecânica e os matérias sintéticos, mas os trabalhos feitos à mão ainda são muito procurados e extremamente valorizados e costumam ser uma arte passada de geração para geração e são copiados pela Industria. E justamente por se tratar de uma arte é que os tapetes feitos a mão são mais caros. Os tapetes persas são um bom exemplo disso.
O tapete persa é uma parte essencial da arte e cultura persas. Cada parte dele é tradicionalmente feita à mão por famílias inteiras até hoje,  a partir de matérias primas naturais e ao longo de muitos meses. Desde o fio de fibras até as cores é um árduo processo manual e minucioso, por isso são tão valorizados e incrivelmente lindos.
E o mais curioso é  como o luxo, a que se associam os tapetes persas, forma um surpreendente contraste com sua modesta origem entre as tribos nômades da Pérsia.
Hoje, muitos materiais tecnológicos são utilizados na confecção dos tapetes e os materiais tradicionais são reinventados em processos de produção industriais, mas uma coisa não temos a menor dúvida, os tapetes trazem um encanto especial em qualquer ambiente, carregados de história, são até hoje uma das peças mais indispensáveis em qualquer decoração.
O Tapete de Ardabil, ou Tapete de Ardebil é um dos dois famosos tapetes persas que fazem parte atualmente das coleções do Victoria and Albert Museum em Londres. Muito copiado por fábricas do mundo todo.
fonte: Wikipedia

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Madre Teresa de Calcutá


A Madre Teresa, conhecida na Igreja Católica como Santa Teresa de Calcutá (1910-1997) era uma freira e missionária católica romana albanês-indiana. Ela nasceu em Skopje (agora a capital da República da Macedônia). Depois de viver na Macedônia por dezoito anos, ela mudou-se para a Irlanda e depois para a Índia, onde ela viveu durante a maior parte de sua vida.
Em 1950, Teresa fundou os “Missionários da Caridade”, uma congregação religiosa católica romana que tinha mais de 4.500 irmãs e atuava em 133 países em 2012. A congregação gerencia: domicílios para pessoas que morrem de HIV / AIDS, lepra e tuberculose; cozinhas de sopa, dispensários e clínicas móveis; programas de aconselhamento infantil e familiar; orfanatos e escolas.
Os membros, que fazem votos de castidade, pobreza e obediência, também professam um quarto voto: dar "um serviço gratuito e sincero aos mais pobres dos pobres".
Teresa recebeu uma série de honras, incluindo o Prêmio Ramon Magsaysay da Paz de 1962 e o Prêmio Nobel da Paz de 1979. Ela foi canonizada (reconhecida pela igreja como um santo) em 4 de setembro de 2016, pelo Papa Francisco em missa no Vaticano, e o aniversário de sua morte (5 de setembro) é o dia da festa.
Uma figura controversa durante a vida e após a morte dela, Teresa foi admirada por muitos por seu trabalho de caridade. Ela foi elogiada e criticada por sua oposição ao aborto e criticou por condições precárias em suas casas para os moribundos. Sua biografia autorizada foi escrita por Navin Chawla e publicada em 1992, e ela tem sido objeto de filmes e outros livros.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Titanic


O Titanic foi um navio de passageiros,  britânico, que afundou no Oceano Atlântico Norte no início da manhã de 15 de abril de 1912, depois de colidir com um iceberg durante sua viagem inaugural de Southampton para Nova York. Dos 2224 passageiros e tripulantes a bordo, mais de 1.500 morreram, tornando-se um dos mais mortíferos desastres marítimos em tempo de paz comercial na história moderna. O navio foi construído pelo estaleiro Harland e Wolff em Belfast. Thomas Andrews, seu arquiteto, morreu no desastre.
Sob o comando de Edward Smith, o Titanic levou algumas das pessoas mais ricas do mundo, bem como centenas de emigrantes da Grã-Bretanha e da Irlanda, da Escandinávia e de outros países da Europa, buscando uma nova vida na América do Norte. Embora o Titanic tivesse recursos avançados de segurança, não havia botes salva-vidas suficientes para acomodar todos aqueles a bordo, devido a regulamentos de segurança marítima desatualizados. O Titanic só carregou botes salva-vidas suficientes para 1178 pessoas - um pouco mais da metade do número a bordo e um terço de sua capacidade total.
Em 14 de abril de 1912, após quatro dias e a 375 milhas (600 km) ao sul da Terra Nova, ele atingiu um iceberg às 11h40, horário do navio. Pouco menos de duas horas depois que Titanic afundou, o transportador Cunard RMS Carpathia chegou à cena, resgatando 705 sobreviventes estimados.
O naufrágio do Titanic, descoberto pela primeira vez mais de 70 anos após o afundamento, permanece no fundo do mar, dividido em dois e gradualmente se desintegrando a uma profundidade de 12.415 pés (3.784 m).
O Titanic tornou-se um dos navios mais famosos da história.
Sua memória é mantida viva por inúmeras obras de cultura popular, incluindo livros, canções folclóricas, filmes, exposições e memoriais.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Inteligência Artificial


A definição de inteligência artificial está relacionada à capacidade das máquinas de pensarem como seres humanos - de terem o poder de aprender, raciocinar, perceber, deliberar e decidir de forma racional e inteligente.
E não é um conceito novo. Em 1956, John McCarthy, um professor universitário, criou o termo para descrever um mundo em que as máquinas poderiam “resolver os tipos de problemas que hoje são reservados para humanos.”
Atualmente, a inteligência artificial é finalmente possível com a seguinte fórmula:
big data + computação em nuvem + bons modelos de dados = máquinas mais inteligentes.

Como a Inteligência Artificial é aplicada no dia a dia?
A inteligência artificial é a mudança tecnológica mais poderosa da área da ciência da computação. Além de deixar as escolhas mais inteligentes, ela também integra a análise preditiva aos aplicativos que usamos todos os dias. Conectando diversos ambientes da vida como casa, trabalho, lazer, viagens e muito mais em uma única experiência, a IA não vai somente ajudar quando solicitamos, mas sim nos acompanhar, prever as necessidades e lembrar de tarefas importantes. Como consumidor, é provável que você já utilize a inteligência artificial sem nem perceber:
- Aplicações como a Siri utilizam processamento de voz para atuar como assistente pessoal;
- O Facebook utiliza o reconhecimento de imagem para recomendar marcações em fotos;
- A Amazon faz recomendação personalizada de produtos utilizando algoritmos de aprendizado de máquina;
- O Waze prevê as melhores rotas a partir da sua localização com apenas um clique, enquanto carros com piloto automático usam as técnicas de IA para evitar engarrafamentos e colisões;
- O Google consegue preencher automaticamente as buscas utilizando recursos de inteligência artificial e também prever o que você quer pesquisar com grande precisão.

Se dermos crédito às previsões científicas dentro de muito pouco tempo teremos computadores capazes, não apenas de armazenar dados, mas pensar e sentir como o ser humano ou melhor um super ser humano. Super porque com a capacidade ilimitada de armazenar dados e informações poderia em pouquíssimo tempo superar todas as barreiras tecnológicas que levariam décadas para sua superação por pesquisadores em laboratórios, mesmo sofisticados e com muitos recursos.