segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Tiróide e seus sintomas


A tireoide é uma glândula do sistema endócrino, situada na parte superior do pescoço.
A função desta glândula é transformar o iodo que obtemos dos alimentos em hormônios. O hormônio mais importante é a Tiroxina ou T4, que intervém de forma direta nas mudanças de peso corporal.
Os hormônios tireoidinas influem em todo o corpo, regulando o metabolismo, sistema nervoso, crescimento e até mesmo o ritmo cardíaco. As enfermidades mais comuns da tireoide se devem a uma produção anormal de hormônios. Os problemas podem ser hipertiroidismo, produção hormonal em excesso ou hipotiroidismo, baixa produção de hormônios. As mulheres são as mais propensas a desenvolver transtornos na tireoide e o grande problema consiste na falta de diagnóstico das pacientes. Por isso, aqui te descrevemos os sintomas mais comuns:
Cansaço constante
Se você dorme o suficiente, mas ainda assim se sente sem energia durante o dia, é provável que a sua tireoide não esteja ativa. Isso faz com que todas as funções do corpo sejam afetadas, tornando-as mais lentas e portanto te fazendo se sentir esgotada.
Depressão sem motivo aparente
A produção de hormônios tireoidiano intervém nos níveis de serotonina que o cérebro produz, sendo que este hormônio é encarregado do bom estado do ânimo. Se estiver triste sem um motivo aparente, é possível que seja um sinal de hipotiroidismo.
Ansiedade e irritabilidade
Quando a tireoide produz uma quantidade excessiva de hormônios, seu metabolismo se acelera e cria a sensação de estar em constante estado de ansiedade. Se sentir que não pode relaxar mesmo que não tenha problemas, pode ser que esteja com hipertiroidismo.
Problemas de peso
No caso do hipotiroidismo, a glândula não produz o suficiente de hormônios, assim o metabolismo diminui o seu ritmo. Por mais que você leve uma vida saudável, sente que não consegues baixar de peso. Bem diferente do hipertiroidismo, que produz hormônios em excesso, aumenta o apetite mas ao mesmo tempo acelera o seu metabolismo, o que causa a perda de peso.
Falta de concentração
Em muitas ocasiões, atribuímos a falta de concentração ao estresse ou poucas horas de sono. Entretanto, a falta da glândula teroide pode causas esquecimentos constantes, falta de atenção ou mente que está sempre “no mundo da lu”. Se isso te ocorre com frequência e sem razão aparente, deve testar se não se trata de mudanças hormonais.
Mudanças no ciclo menstrual
Mudanças no padrão do seu ciclo menstrual pode ser relativos à mudanças hormonais causadas pela tireoide.
Dores nos músculos ou extremidades
Se sentir formigamentos estranhos ou dores nas suas extremidades sem motivo aparente, pode ser que os hormônios estejam prejudicando os nervos que enviam sinais ao seu cérebro.
Termostato interno descontrolado
Se sentir frio mesmo em temperaturas quentes, pode ser problema de hipotiroidismo. Ao não produzir hormônios o suficiente, o metabolismo fica mais lento e causa a sensação de frio. Por outro lado, as pessoas com hipertiroidismo, apresentam calor inexplicável e suor em excesso, pois seu metabolismo trabalha em uma velocidade em excesso.
Pressão arterial alta
As anomalias na produção de hormônios podem influir no ritmo cardíaco e portanto podem provocar hipertensão. As pessoas que sofrem com hipertiroidismo têm de duas a três vezes mais chances de desenvolver pressão arterial alta.
FONTE: perfeito.guru

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Taj Mahal


O Taj Mahal é um monumento considerado uma das 7 maravilhas do mundo e a sua história é uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser.
Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza.
Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Consta que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimónia do casamento teve lugar no ano de 1612, na qual o imperador a rebatizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente infeliz e inconsolável e toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Neste período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído, em sua homenagem, um monumento que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquiteto, mas reuniram-se as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, jade e cristal da China, turquesa do Tibet, lapis lazulis do Afeganistão, ágatas do Yemen, safiras do Ceilão, ametistas da Pérsia, corais da Arábia Saudita, quartzo dos Himalaias, âmbar do Oceano Índico.
Surge assim o Taj Mahal, cujo nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal, o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj" é de origem persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar.
O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Reflorestamento na China

A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima, tem índice de desmatamento zero.

Tanto a China como a Índia têm programas para reflorestar e “reverdejar” áreas que foram destruídas pela remoção da mata nativa, embora o da China seja muito maior.  A Grande Muralha Verde da China tem como objetivo deter o avanço dos desertos por meio do plantio de uma assombrosa quantidade de árvores.
Na Província de Shaanxi, o programa converteu 571 mil hectares de terras agrícolas e 427 mil hectares de terras improdutivas em florestas ou gramados entre 1999 e 2002, de acordo com estudo.  Outros 280 mil hectares de terras agrícolas e a mesma extensão em terras não cultivadas foram reflorestados em 2003.  O Banco Mundial chamou atenção para o programa, dizendo que a China é um dos poucos países da Terra que está ampliando sua cobertura florestal.
Ao criar a maior floresta formada pelo homem no mundo, a China diz que já teve êxito em cobrir 20% do país com florestas.  Seu objetivo é ter 42% até 2050.  Parece até que a maior arma da China – e a menos reconhecida internacionalmente – contra a mudança climática é o plantio de árvores.
Os cidadãos de modo geral plantaram cerca de 56 bilhões de árvores por toda a China na última década, de acordo com estatísticas governamentais citadas pelo jornal “The Guardian”.  Somente em 2009, a China plantou 5,88 milhões de hectares de floresta.  A China planta duas vezes e meia mais árvores a cada ano do que o restante do mundo inteiro somado, é “o maior programa de plantio de árvores já visto no mundo”.
Apesar do êxito, críticos questionam a Grande Muralha Verde porque possui também desvantagens ambientais, tais como sua pobre biodiversidade e o intensivo uso de água.  Alguns estudos chegam a mostrar que a criação de novas florestas não é um modo eficaz de absorver carbono ou mitigar mudanças climáticas.
Embora grandes projetos nacionais como o da Grande Muralha Verde funcionem também como ferramentas de propaganda para o governo chinês, os resultados diferem em nível local, como explica um artigo publicado sobre reflorestamento no sudoeste da China. O programa se deparou com problemas entre os camponeses que se rebelam quando as novas árvores não produzem renda na mesma proporção das lavouras perdidas e, em alguns lugares, o plantio simplesmente não decola por causa de projetos ruins de reflorestamento ou outras questões.  Apesar disso, no geral, a iniciativa é um exemplo impressionante do que um governo pode fazer desde que esteja motivado.
O Kubuqi é o sétimo maior deserto da China e está localizado na Região da Mongólia Interior. Nas últimas três décadas, um quarto dele já foi reflorestado.
Investindo em reflorestamento, os chineses agem de forma pragmática. Pagar fazendeiros = mais árvores. Mais árvores = mais água no rio. Mais água = mais energia elétrica barata (ainda mais no país que inaugura duas usinas a carvão por semana para dar conta de crescer como cresce). Mais energia barata, mais produção para a economia – e dinheiro para pagar os reflorestadores.
O final dessa equação é surreal para os padrões brasileiros. A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima, tem índice de desmatamento zero. Abaixo de zero, até: eles plantam mais árvores do que derrubam.