segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Parque do Ibirapuera

Quem vê o onipotente parque do Ibirapuera nos dias atuais, mal consegue imaginar que um dia aquela região foi apenas um terreno alagadiço e parte de uma aldeia índigena.
A própria palavra Ibrirapuera descende do idioma índigena local e quer dizer: “pau podre ou árvore apodrecida” em língua tupi; “ibirá”, árvore, “puera”, o que já foi.
A ideia de transformar a região do Ibirapuera em parque, surgiu nos anos 20, através do prefeito José Pires do Rio. Maravilhado com os parques europeus (Bois de Boulogne (Paris) e o Hyde Park (Inglaterra) e o Central Park (Estados Unidos), resolveu fazer ali um grande parque.
O projeto caiu por terra quando ele descobriu o quanto o terreno era alagadiço. Mas em 1927, um funcionário da prefeitura, Manuel Lopes de Oliveira, conhecido como “Manequinho Lopes” resolveu plantar centenas de eucaliptos australianos. Essas plantas têm por característica natural drenar a água do solo e eliminar o excesso de umidade, transformando-o em um local ideal para instalar um parque.
Mas mesmo com essa iniciativa o parque não saiu. Somente em 1951 o governador Lucas Nogueira Garcez instituiu uma comissão mista (poder público aliado à iniciativa privada) para que o Parque do Ibirapuera se tornasse o grande marco das comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo.
A comissão foi criada e o arquiteto Oscar Niemeyer foi chamado para cuidar do projeto arquitetônico do lugar. Outro profissional de renome também foi chamado, Roberto Burle Marx que se responsabilizaria pelo projeto paisagístico.
Fonte: spinfoco

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