sexta-feira, 18 de maio de 2018

Santa Teresinha de Lisieux

Santa Teresinha do Menino Jesus - Lisieux
A França abriga diversos destinos importantes de turismo religioso. Um deles é Lisieux, cidade na região da Normandia onde viveu e morreu Santa Teresinha do Menino Jesus, a santa francesa mais conhecida e venerada no Brasil.
Visitantes do mundo inteiro vão a Lisieux para conhecer os lugares onde a  jovem santa passou sua curta vida, como a catedral gótica, o Carmelo, a casa da sua infância e a Basílica da cidade.
Construída em sua homenagem, a Basílica abriga uma capela dedicada ao Brasil,  testemunho da fé do povo brasileiro em Santa Teresinha e também de seu apoio na construção do prédio.
Basílica – A Basílica de Lisieux é uma das maiores igrejas do século XX. A sua construção começou em 1929 e a sua consagração se deu em 1954, quase trinta anos mais tarde.
Os seus muros e os da cripta estão cobertos de mosaicos que invocam a mensagem de Santa Teresinha, baseada no amor infinito de Deus.
Sob a sua cúpula encontram-se as relíquias da Santa. Em frente à Basílica, no subsolo, encontra-se o Centro de Acolhimento Pastoral Internacional (CAPI) com um extenso espaço de livraria, exposições e salas de conferências.

Imagem externa da imponente Basílica de Lisieux
Carmelo – O mosteiro carmelita foi fundado em 1838. Foi lá que em 1888, aos quinze anos de idade, a futura Santa Teresinha do Menino Jesus, entrou para a vida religiosa, determinada a seguir uma vida de oração.
Em 1923 a capela do Carmelo foi ampliada para abrigar os restos mortais da religiosa, transferidos do cemitério. Nela, Santa Teresinha está representada em seu leito de morte, revestida com o hábito carmelita. No alto, a estátua da Virgem do Sorriso, tão querida por Teresa. Numa sala no exterior estão expostas diversos objetos da Santa.
Teresa Martin nasceu na cidade francesa de Alençon no ano de 1873. Aos quinze anos de idade, entrou para o Carmelo de Lisieux, onde faleceu de tuberculose em 30 de Setembro de 1897.
Graças aos seus escritos, publicados depois da sua morte e traduzidos em mais de 60 línguas, ela foi rapidamente conhecida e venerada no mundo inteiro.
Em “História de uma alma”, Teresa expõe o seu “pequeno caminho” de santidade que deve ser vivido não através de grandes sacrifícios, mas por pequenos atos de amor na vida quotidiana.
Em 1925, Teresa foi canonizada e dois anos mais tarde, proclamada Padroeira das Missões. A partir de 1944, ela é venerada como Padroeira Secundária da França. O Papa João Paulo II proclamou-a Doutora da Igreja em 1997.


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