sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Padaria e sua origem



As padarias na forma de comércio para o público – como as conhecemos hoje – surgiram apenas no século II, antes de Cristo, em Roma. No entanto, uma escavação arqueológica realizada na cidade de Gizeh, em 2002, descobriu uma construção que os historiadores acreditam ser uma espécie de padaria egípcia, datada de 3000 a.C. Nela, os egípcios preparavam o pão do sol.
Acredita-se que os utensílios encontrados no sítio arqueológico, como bandejas, armários e ferramentas para fermentar a massa, estavam dentro de uma casa, uma vez que os egípcios preparavam seus pães para consumo próprio.
Foi na Itália, como mencionado acima, que as padarias começaram a tomar forma, quando foram instalados os primeiros comércios de pão e inauguradas as primeiras escolas de padeiro. Na época – aproximadamente 140 a.C – os padeiros eram muito prestigiados pela sociedade romana. Muito do que eles aprendiam sobre a confecção de pães vinha da cultura grega, uma vez que muitas das padarias que surgiam na capital italiana pertenciam a imigrantes gregos.
Depois da queda do Império Romano, houve escassez do comércio de panificação, que viria a se reerguer apenas no século XII, quando eram instaladas nas ruas dos burgos e cidades.
De lá para cá, as padarias seguiram o ritmo da evolução social e foram ganhando o mundo, tornando-se um símbolo de quitutes frescos e de característica tradicionalmente gourmet.
No Brasil, o comércio de pães e trigos estabeleceu-se em 1835, na então capital do país, Rio de Janeiro. Com o advento dos primeiros fornos à gás na Inglaterra, 37 anos depois, as padarias pelo mundo foram se modernizando.
Foi apenas em 1915 que a industrialização chegou efetivamente às panificadoras de todo o mundo.

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